segunda-feira, 14 de abril de 2014

RELATÓRIO PROEMI 2013





SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO
GERÊNCIA DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS DO ENSINO MÉDIO
GRE-METRONORTE
ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR
RELATÓRIO FINAL DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR REFERENTE AO EXERCÍCIO DE 2013


APRESENTAÇÃO

    No art. 22 da lei de diretrizes e bases da educação nacional - LDB (lei 9394-96), ao situar o ensino médio como etapa final da educação básica, define-a como a conclusão de um período de escolarização de caráter geral. Trata-se de reconhecê-lo como parte de uma etapa da escolarização que tem por finalidade o desenvolvimento do indivíduo, assegurando-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania, fornecendo-lhe os meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores;
O estado brasileiro busca uma escola que não se limite ao interesse imediato, pragmático e utilitário e o ensino médio deverá estruturar-se em consonância com o avanço do conhecimento científico e tecnológico, fazendo da cultura um componente da formação geral, articulada com o trabalho produtivo. Isso pressupõe a vinculação dos conhecimentos científicos com a prática relacionada à contextualização dos fenômenos físicos, químicos, biológicos e sociais, bem como a superação das dicotomias entre humanismo e tecnologia e entre a formação teórica geral e técnica-instrumental.
     O Ministério da Educação propõe o Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI), quanto ao desenvolvimento de ações voltadas para a melhoria do ensino médio, na busca de impactos e transformações desejáveis, são eles:
ü  Superação das desigualdades de oportunidades educacionais;
ü  Universalização do acesso e permanência dos adolescentes de 15 a 17 anos no ensino médio;
ü  Consolidação da identidade desta etapa educacional, considerando as especificidades desta etapa da educação e a diversidade de interesses dos sujeitos;
ü  Oferta de aprendizagem significativa.
ü  Incentivar as redes estaduais de educação a criar iniciativas inovadoras para o ensino médio.

      O Ensino Médio Inovador é um programa do ministério da educação e cultura em parceria com os governos  e secretarias de educação dos estados onde foram implantados. Surgiu como uma forma de incentivar as redes estaduais de educação a criar iniciativas inovadoras para o ensino médio. A intenção é estimular as redes estaduais de educação a pensar novas soluções que diversifiquem os currículos com atividades integradoras, a partir dos eixos trabalho, ciência, tecnologia e cultura, da educação oferecida nessa fase de ensino e torná-la mais atraente. O programa ensino médio inovador, (ProEMI), foi implantado na Escola Escritor José de Alencar no ano de 2010 com a participação de 02 turmas dos 1ºs anos do ensino médio, no ano de 2011 contou com 06 turmas, sendo 04 turmas dos 1°s anos e 02 turmas dos 2ºs anos. No ano de 2012, participam do Programa Ensino Médio Inovador, (ProEMI), 06 turmas do ensino médio, sendo, 03 turmas dos 1°s  anos (a/b/c), 02 turmas dos 2°s anos (a/b) e 01 turma do 3° ano. No ano de 2013, participam do Programa Ensino Médio Inovador, (ProEMI), 08 turmas do ensino médio, sendo, 04 turmas dos 1°s  anos (a/b/c/d), 03 turmas dos 2°s anos (a/b/d) e 01 turma do 3° ano. Funciona em regime semi-integral, com contra-turno nas segundas, quartas e sextas-feiras, quando são desenvolvidas atividades e disciplinas integradoras. Nos respectivos dias do contra-turno é servido almoço ao aluno.  São desenvolvidas aulas teóricas e práticas vivenciadas em laboratório de informática, oficinas de ciências exatas e da natureza, oficina de robótica, salas multimídias, aulas de campo, projetos e ações integradoras. Compromisso da equipe gestora, articulador de áreas e professores pela qualidade da educação, maior integração das áreas de conhecimento e da comunidade escolar, inclusão escolar, valores morais e ético, são metas alcançadas e vivenciadas.

Objetivos:

.Mudança de carga horária mínima do ensino médio para 3.000 mil horas e a centralidade na leitura enquanto elemento basilar de todas as disciplinas. .
.Possibilidade do aluno escolher 20% de sua carga horária e grade curricular.
.Atividades teórico-práticas apoiadas em oficinas e laboratórios de ciências, matemática, física e outros que possam subsidiar processos de aprendizagem nas diferentes áreas do conhecimento
.Valorizar a leitura em todas as áreas do conhecimento.
.Garantir formação cultural do aluno.


IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR:
Escola escritor José de Alencar
Localização: Rua 52 s/n, Maranguape I, Paulista-Pe
Cadastro escolar Nº E-109.033 – CEP:53.411-210              
Equipe gestora:
ü  . Gestor: José de Almeida Cordeiro;
ü  . Gestor adjunto: Edson José dos Santos;
ü   Secretária: Nery Vânia Romão de Queiroz
ü  Coordenação pedagógica: Iara Mariano Barbosa da Silva.

Articulador do ProEMI:
Edson José dos Santos( área de humanas)
Situação funcional: efetivo;
Matrícula: 245296-0.
Data de inicio das atividades de implementação do ProEMI, em 2013.
05 de fevereiro de 2013

Número de turmas/estudantes, por ano/série, em 2010, 2011 e 2012, atendidas pelo ProEMI:
Ano de 2010
ü  02 turmas turmas de 1° ano A e B, totalizando 80 estudante.
Ano de 2011
.06 turmas;
ü  1º ano A: 29 estudantes;
ü  1º ano B: 30 estudantes;
ü  1º ano C: 26 estudantes;
ü  1º ano D: 26 estudantes;
ü  2º ano A: 31 estudantes;
ü  2º ano B: 29 estudantes.
Ano de 2012
.06 turmas:
ü  1º ano A: 43 estudantes;
ü  1° ano B: 47 estudantes;
ü  1° ano C: 43 estudantes;
ü  2° ano A: 35 estudantes;
ü  2° ano B: 38 estudantes;
ü  3° ano A: 29 estudantes
ü  Frequência dos estudantes- 92%.

Ano de 2013
08 turmas:
ü  1º ano A: 33 estudantes;
ü  1º ano B: 22 estudantes;
ü  1º ano C: 23 estudantes;
ü  1º ano D: 17 estudantes;
ü  2° ano A: 33 estudantes;
ü  2° ano B: 33 estudantes;
ü  2° ano C: 31 estudantes;
ü  3° ano A: 34 estudantes;

Média Externa- 4,27
Média Interna- 5,58
Frequência dos estudantes- 88,1 %.
Participação nas avaliações- 69,7 %
Frequência dos professores- 100 %
Participação nas avaliações- 85,7 %
Alunos abaixo da média- 44,7 %
Familiares em reuniões- 59,3 %



Dias de funcionamento em horário integral: segundas, quartas e sextas-feiras.
Dias de reunião de acompanhamento pedagógico: quartas-feiras
Merenda suplementar para o ProEMI: nos dias de funcionamento integral é servido almoço aos estudantes.

Macrocampos, com distribuição de carga horária, ações/metas concluídas e em processo
MACROCAMPOS
DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA
AÇÕES/METAS
CONCLUÍDAS
EM PROCESSO
Acompanhamento Pedagógico
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
Visitação a universidades públicas e privadas, oportunizando aos estudantes o conhecimento do mundo acadêmico e da sua realidade, focando as diversas áreas de atuação mais contempladas no mercado do trabalho. Orientar 330 estudantes para a escolha de uma profissão, vinculada às suas habilidades e à sua vocação profissional com fácil inserção no mundo do trabalho.
X
X
Leitura e letramento
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
Criação de uma coletânea de textos, visando à apropriação dos mecanismos de escrita dos diversos gêneros textuais.
Melhorar o desempenho de 231 estudantes na área de comunicação e linguagens, fortalecendo a sua habilidade escrita nos diversos gêneros textuais, com utilização das novas regras ortográficas.
X

  • Acompanhamento Pedagógico
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
Visitação a museus e centros históricos oportunizando ampliar o conhecimento acerca da multiculturalidade e da história dos municípios e Estado. Aprofundar o conhecimento histórico e cultural de 231 estudantes, desenvolvendo atitudes de respeito e valorização da cultura regional.
X

  • Acompanhamento Pedagógico
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
Implementação de oficinas lúdicas em matemática, química e física oportunizando aos estudantes confeccionar jogos que facilitem a apropriação de conteúdos curriculares e o desenvolvendo da sua criatividade e raciocínio lógico. Melhorar o desempenho escolar de 231 estudantes, assegurando a construção de aprendizagrens significativas nas ciências exatas e maior desenvoltura psico-cognitiva

X

·        Iniciação Científica e pesquisa
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
Implantação de uma horta escolar, incentivando os estudantes a consumirem as mais diversas hortaliças, dentro e fora do espaço escolar, com confecção de folhetos explicativos e produção de chás e xarope.
 Modificar os hábitos alimentares de 231 estudantes e da comunidade escolar, possibilitando o prazer de uma degustação saudável.
X

·        Iniciação Científica e pesquisa
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
Fabricação artesanal de sabonetes, detergentes, desinfetantes e álcool em gel, como estímulo à pesquisa científica e ao empreendedorismo.
Promover a formação cidadã, socialmente responsável, de 231 estudantes, sensibilizando-os para o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental.
X

·        Cultura e Artes
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
- Implantação de uma rádio escola, visando fazer do rádio um instrumento para a consolidação de escolas realmente cidadãs; · Contribuir para a compreensão de que o rádio é um veículo de comunicação eficiente para tornar público o trabalho educacional efetivamente realizado na unidade escolar; · Investir na formação de repórteres adolescentes para que consigam comunicar em linguagem mais acessível assuntos ligados à cultura, saúde, educação e política. · Evidenciar através dos programas produzidos e apresentados por alunos e professores a interdisciplinaridade inerente. · Desenvolver habilidades e tendências comunicacionais dos participantes; · Assessorar os profissionais envolvidos para que se utilizem do rádio como um instrumento eficaz de ensino. Melhorar o desenpenho de 231 estudantes na área de comunicação oral, contribuindo para que se tornem produtores de cultura, integrando-os aos meios de comunicação, em geral ocupados por adultos.
X

·        Leitura e letramento
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
- Implantação de oficinas literárias visando propiciar aos estudantes a compreensão, pelo estudo do texto literário, das formas instituídas de construção do imaginário coletivo, do patrimônio representativo da cultura e das classificações preservadas e divulgadas. no eixo temporal e espacial, visando o letramento literário daqueles estudantes. - Desenvolver em 231 estudantes oo letramento literário.o conhecimento e a compreenção dos diveso gêneros textuais, a interpretação e análise lingüística e reflexão sobre a língua Literatura.
X

·        Comunicação e uso de mídias
·        Leitura e letramento
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
_ Exibição de CDS , DVDS e livros digitais, oportunizando aos estudantes o contato com modelos de uso das línguas estrangeiras, inglesa e espanhola, a partir de situação reais de interação entre falantes e também de atividades lùdicas. - Promover o desenvolvimento da habilidade oral nas línguas estrangeira, inglesa e espanhola, e a aquisição de vocabulário, melhorando o desempenho de 231 estudantes.
X
X
·        Leitura e letramento
·        Comunicação e uso de mídias
Verificar tabelas da distribuição de carga horária
-Construção de um Jornal escolar com os estudantes, visando à apropriação dos mecanismos de escrita dos div Melhorar o desempenho de 231 estudantes na área de comunicação e linguagens, fortalecendo a sua habilidade da escrita e da comunicação.ersos gêneros textuais.
X

·         





Espaços físicos exclusivos para o ProEMI:
. Laboratório de informática (01 sala);
. Oficina de robótica (01 sala);
. Oficina de Ciências Exatas e da Natureza (01 sala);
. 03 salas de multimídias.

DISCIPLINA ELETIVA E ATIVIDADES INTEGRADORAS, COM DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA-2012

Ensino Médio Inovador: disciplina eletiva e atividades integradoras – distribuição da carga horária do 1° ano do Ensino Médio Inovador em 2012:




DISCIPLINA
Carga Horária Semanal / Total
ORIENTAÇÕES A METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA (OMPC)
02 horas semanais / 80 horas
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TIC)
02 horas semanais / 80 horas
OFICINA DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA ( QUÍMICA E BIOLOGIA)
01 hora semanal / 40 horas
OFICINA DE CIÊNCIAS EXATAS (MATEMÁTICA E FÍSICA).
02 horas semanais / 80 horas
CÍRCULO DE CULTURA I (OFICINA DE INGLÊS).
01 horas semanais / 40 horas


















  


Ensino Médio Inovador: disciplina eletiva e atividades integradoras – distribuição da carga horária do 2° ano do Ensino Médio Inovador em 2012:


DISCIPLINA
Carga Horária Semanal / Total
NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO E EMPREENDEDORISMO
02 horas semanais / 80 horas
ORIENTAÇÕES A METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA (OMPC)
02 horas semanais / 80 horas
OFICINA DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA ( QUÍMICA E BIOLOGIA)
01 hora semanal / 40 horas
OFICINA DE CIÊNCIAS EXATAS (MATEMÁTICA E FÍSICA).
02 hora semanal / 80 horas
CÍRCULO DE CULTURA II (OFICINA DE INGLÊS).
01 horas semanais / 40 horas





















Ensino Médio Inovador: disciplina eletiva e atividades integradoras – distribuição da carga horária do 3° ano do Ensino Médio Inovador em 2012:


DISCIPLINA
Carga Horária Semanal / Total
CULTURA E ATUALIDADES
02 horas semanais / 80 horas
ENEM I
02 horas semanais / 80 horas
ENEM II
02 hora semanal / 40 horas
MODALIDADES DE REDAÇÃO: DISSERTAÇÃO; DESCRIÇÃO E NARRAÇÃO.
02 hora semanal / 80 horas
CÍRCULO DE CULTURA II (OFICINA DE INGLÊS).
01 horas semanais / 40 horas






















Componentes Optativo

  • Atividades extraclasse, realizadas através de encontros pedagógicos;
  • Projetos Pedagógicos;
  • Ações de cidadania desenvolvidas na escola;
  • Oficina de leitura e letramento;
  • Oficina de cultura e artes: teatro; música e dança.

Observação: As ações dos componentes optativos são pelos professores com contrato aditivo e ou disponibilidade de carga horária. Leitura e letramento passará a fazer parte da Matriz curricular de 2013.






Focos do Plano de Ação Global (PAG):

  • 1° ANO DO ENSINO MÉDIO: Ciência;
  • 2° ANO DO ENSINO MÉDIO: Trabalho;
  • 3° ANO DO ENSINO MÉDIO: Tecnologia e Cultura.


Matriz Curricular

Seguem as Matrizes Curriculares e atividades integradoras do contra-turno das turmas do ProEMI, do ano letivo de 2012:



ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR
GRE METRO NORTE- 1° ANO DO ENSINO MÉDIO

Matriz Curricular do 1° Ano do Ensino Médio Inovador-2012

Foco do Plano de Ação global ( PAG): (  X  ) Ciência        (      ) Tecnologia           (      ) Trabalho        (      ) Cultura
Ementa
CH
Eixo Estruturador
Conteúdo
Disciplina Eletiva- ORIENTAÇÕES A  METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA (OMPC)
ORIENTAÇÕES A METODOLOGIA DA PESQUISA CIÊNTÍFICA: Discutir os fundamentos epistemológicos e operacionais da pesquisa científica,
enfatizando as alternativas metodológicas para o seu planejamento, desenvolvimento,
análise e apresentação (redação) dos resultados. Neste processo os alunos serão orientados e
acompanhados para exercitar a prática da iniciação na pesquisa científica, pela realização de
procedimentos e etapas necessárias à elaboração de projetos de pesquisa e seu
desenvolvimento, e a elaboração dos resultados sob a forma de comunicação oral e escrita e projetos de conclusão de curso.

80h
EIXO CIÊNCIA

ü  Textos teóricos sobre conhecimentos em pesquisa científica;
ü  Apresentação de pesquisas desenvolvidas acerca da diversidade cultural, buscando dar uma panorâmica das variadas possibilidades de pesquisas a serem desenvolvidas pelos alunos.
ü  O que é pesquisa científica, por quê e para quê pesquisar; O que é a pesquisa científica nas diversas áreas do conhecimento, contribuições sociais, vantagens e desvantagens;
ü  A metodologia e os métodos em pesquisa social; exploração de diversos tipos de Pesquisa;
ü  Escolha de um tipo de pesquisa e de uma metodologia para a elaboração de um projeto de pesquisa.


































Matriz Curricular do 1° Ano do Ensino Médio Inovador-2012

Foco do Plano de Ação Global (PAG): (   x  ) Ciência        (      ) Tecnologia           (      ) Trabalho        (      ) Cultura
Ementa
CH
Eixo Estruturador
Conteúdo
Atividade Integradora:  TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO: compreender o processo histórico de produção científica e tecnológica, bem como o desenvolvimento e a apropriação social desses conhecimentos para a transformação das condições naturais da vida e a ampliação das capacidades, das potencialidades e dos sentidos humanos•    Aplicar o uso da tecnologia na educação e em suas reflexões;
•          Oportunizar o “rompimento das paredes da sala de aula e da escola” através das tecnologias, integrando-as à comunidade que a cerca, à sociedade da informação e a outros espaços.



80h
EIXO TECNOLOGIA
ü  A Rede e o Ser: O que é tecnologia da informação? Qual a importância em estudá-la? tecologia, sociedade e transformação histórica; Quais os efeitos na transformação dos mercados e dos processos de trabalho?
ü A Revolução da Tecnologia;
ü A nova economia: informacionalismo,  globalização, funcionamento em rede;
ü   Gestão de tecnologia da informação e da comunicação no mercado de trabalho;
ü A empresa em rede: a cultura, as instituições e as organizações da economia informacional;
ü Administração da informação;
ü A cultura da virtualidade real: a integração da comunicação eletrônica, o fim da audiência de massa e o surgimento de redes interativas;
ü O espaço de fluxos da informação e da comunicação;
ü  . •        Relação entre as mídias e os espaços educativos;
ü  A tecnologia na educação e em suas reflexões.
OFICINA DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA (BIOLOGIA E QUÍMICA): O trabalho é entendido como prática social, na concepção de produção, manutenção e transformação de bens e serviços necessários à existência humana, como um dos princípios educativos básicos do Ensino Médio, posto ser por meio deste que se pode compreender o processo histórico de produção científica e tecnológica, bem como o desenvolvimento e a apropriação social desses conhecimentos para a transformação das condições naturais da vida e a ampliação das capacidades, das potencialidades e dos sentidos humanos.  A essa concepção de trabalho associa-se a concepção de ciência e tecnologia como: conhecimentos produzidos, sistematizados e legitimados socialmente ao longo da história, empreendido pela humanidade na busca da compreensão e transformação dos fenômenos naturais e sociais. 

40h
EIXO TRABALHO
ü  Esta oficina visa salientar a importância da utilização de atividades didáticas adequadas para o desenvolvimento das Ciências Exatas e da Natureza, no Ensino Médio, apresentando o desenvolvimento de situações didáticas que permitem o aprofundamento da compreensão dos conceitos, das teorias e da sua aplicação prática no cotidiano e no mundo do trabalho.
ü  Implementação de oficinas lúdicas, laboratórios experimentais,  oportunizando aos estudantes a apropriação de conteúdos curriculares e a prática a iniciação científica.
ü  Aplicação prática das Ciências Exatas no mundo do trabalho.

Atividade Integradora:  OFICINA DE CIÊNCIAS EXATAS (MATEMÁTICA E FÍSICA
OFICINA DE CIÊNCIAS EXATAS (MATEMÁTICA E FÍSICA): O trabalho é entendido como prática social, na concepção de produção, manutenção e transformação de bens e serviços necessários à existência humana, como um dos princípios educativos básicos do Ensino Médio, posto ser por meio deste que se pode compreender o processo histórico de produção científica e tecnológica, bem como o desenvolvimento e a apropriação social desses conhecimentos para a transformação das condições naturais da vida e a ampliação das capacidades, das potencialidades e dos sentidos humanos.  A essa concepção de trabalho associa-se a concepção de ciência e tecnologia como: conhecimentos produzidos, sistematizados e legitimados socialmente ao longo da história, empreendido pela humanidade na busca da compreensão e transformação dos fenômenos naturais e sociais.
80h
EIXO TRABALHO

ü  Esta oficina visa salientar a importância da utilização de atividades didáticas adequadas para o desenvolvimento das Ciências Exatas, no Ensino Médio, apresentando o desenvolvimento de situações didáticas que permitem o aprofundamento da compreensão dos conceitos, das teorias e da sua aplicação prática no cotidiano e no mundo do trabalho.
ü  Implementação de oficinas lúdicas em matemática e física oportunizando aos estudantes confeccionar jogos e atividades que facilitem a apropriação de conteúdos curriculares e o desenvolvendo da sua criatividade e raciocínio lógico.
ü  História da Matemática e física;
ü  Aplicação prática das Ciências Exatas no mundo do trabalho.

CÍRCULO DE CULTURA I (OFICINA DE INGLÊS):  A cultura deve ser entendida como as diferentes formas de criação cultural da sociedade, seus valores, suas normas de conduta, suas obras. Portanto, a cultura é tanto a produção ética quanto estética de uma sociedade; é expressão de valores e hábitos; é comunicação e arte.

40h
EIXO CULTURA
ü  O inglês como ferramenta de linguagem.
ü  A cultura inglesa
ü  Oficina de tradução: a teoria na prática
ü  Atividades artísticos-culturais
ü  Seminários
ü  Processo de elaboração e implementação de atividades de leitura de textos em inglês
ü   Leitura e análise de diversos gêneros textuais. Somamos ainda à base teórica os princípios da prática exploratória
ü  Ciclo de Cinema e Literatura: apresenta filmes originários de obras literárias com discussão dos temas abordados e os consequentes aspectos socio-político-histórico-linguístico-culturais da época.

ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR
GRE METRO NORTE- 2° ANO DO ENSINO MÉDIO

Matriz Curricular do 2° Ano do Ensino Médio Inovador-2012

Foco do Plano de Ação Geral (PAG): (    ) Ciência        (     ) Tecnologia           (   X   ) Trabalho        (   ) Cultura
Ementa
CH
Eixo Estruturador
Conteúdo
Disciplina Eletiva- ORIENTAÇÕES  A  METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
ORIENTAÇÕES A METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA: Discutir os fundamentos epistemológicos e operacionais da pesquisa científica,
enfatizando as alternativas metodológicas para o seu planejamento, desenvolvimento,
análise e apresentação (redação) dos resultados. Neste processo os alunos serão orientados e
acompanhados para exercitar a prática da iniciação na pesquisa científica, pela realização de
procedimentos e etapas necessárias à elaboração de projetos de pesquisa e seu
desenvolvimento, e a elaboração dos resultados sob a forma de comunicação oral e escrita e projetos de conclusão de curso.

80h
EIXO CIÊNCIA

ü  Textos teóricos sobre conhecimentos em pesquisa científica;
ü  Apresentação de pesquisas desenvolvidas acerca da diversidade cultural, buscando dar uma panorâmica das variadas possibilidades de pesquisas a serem desenvolvidas pelos alunos.
ü  O que é pesquisa científica, por quê e para quê pesquisar; O que é a pesquisa científica nas diversas áreas do conhecimento, contribuições sociais, vantagens e desvantagens;
ü  A metodologia e os métodos em pesquisa social; exploração de diversos tipos de Pesquisa;
ü  Escolha de um tipo de pesquisa e de uma metodologia para a elaboração de um projeto de pesquisa.


















Atividade Integradora: NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO E EMPREENDEDORISMO




NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO E EMPREENDEDORISMO: O trabalho é entendido como prática social, na concepção de produção, manutenção e transformação de bens e serviços necessários à existência humana, como um dos princípios educativos básicos do Ensino Médio, posto ser por meio deste que se pode compreender o processo histórico de produção científica e tecnológica, bem como o desenvolvimento e a apropriação social desses conhecimentos para a transformação das condições naturais da vida e a ampliação das capacidades, das potencialidades e dos sentidos humanos.  A essa concepção de trabalho associa-se a concepção de ciência e tecnologia como: conhecimentos produzidos, sistematizados e legitimados socialmente ao longo da história, empreendido pela humanidade na busca da compreensão e transformação dos fenômenos naturais e sociais. Desenvolver conhecimentos e habilidades associados a aspectos comportamentais (relacionamento, comunicação, iniciativa, cooperação, compromisso), relativos às atividades de gestão e de iniciativas empreendedoras.
80h
EIXO TRABALHO
ü Noções e Conceitos de administração e empreendedorismo.
ü Princípios da administração
ü Administração científica.
ü  Teorias da administração: teoria clássica; teoria das relações humanas; teoria burocrática; teoria estruturalista; teoria neoclássica; teoria comportamental; teoria do desenvolvimento organizacional; teoria da informação.
ü  Administração pública.
ü  Habilidades  e características do administrador e do empreendedor;
ü  Empreendedorismo juvenil;
ü  Práticas empreendedorista.

OFICINA DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA ( QUÍMICA E BIOLOGIA)

40h
EIXO CULTURA
ü  Esta oficina visa salientar a importância da utilização de atividades didáticas adequadas para o desenvolvimento das Ciências Exatas e da Natureza, no Ensino Médio, apresentando o desenvolvimento de situações didáticas que permitem o aprofundamento da compreensão dos conceitos, das teorias e da sua aplicação prática.
ü  Implementação de oficinas lúdicas, laboratórios experimentais,  oportunizando aos estudantes a apropriação de conteúdos curriculares e a prática a iniciação científica.

Atividade Integradora
OFICINA DE CIÊNCIAS EXATAS (MATEMÁTICA E FÍSICA:
40h
EIXO TECNOLOGIA

ü  Esta oficina visa salientar a importância da utilização do uso das tecnologias nas atividades didáticas, adequadas para o desenvolvimento das Ciências Exatas, no Ensino Médio, apresentando o desenvolvimento de situações didáticas que permitem o aprofundamento da compreensão dos conceitos, das teorias e da sua aplicação prática.
ü  Implementação de oficinas lúdicas em matemática e física oportunizando aos estudantes através da tecnologia confeccionar jogos e atividades que facilitem a apropriação de conteúdos curriculares e o desenvolvendo da sua criatividade e raciocínio lógico.
ü  História da Matemática e física;
ü  Aplicação prática das Ciências Exatas no mundo do trabalho.


CÍRCULO DE CULTURA II (OFICINA DE INGLÊS): A cultura deve ser entendida como as diferentes formas de criação cultural da sociedade, seus valores, suas normas de conduta, suas obras. Portanto, a cultura é tanto a produção ética quanto estética de uma sociedade; é expressão de valores e hábitos; é comunicação e arte.

40h
EIXO CULTURA
ü  O inglês como ferramenta de linguagem.
ü  A cultura inglesa
ü  Oficina de tradução: a teoria na prática
ü  Atividades artísticos-culturais
ü  Seminários
ü  Processo de elaboração e implementação de atividades de leitura de textos em inglês
ü   Leitura e análise de diversos gêneros textuais. Somamos ainda à base teórica os princípios da prática exploratória
ü  Ciclo de Cinema e Literatura: apresenta filmes originários de obras literárias com discussão dos temas abordados e os consequentes aspectos socio-político-histórico-linguístico-culturais da época.

ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR
GRE METRO NORTE- 3° ANO DO ENSINO MÉDIO

Matriz Curricular do 3° Ano do Ensino Médio Inovador-2012

Foco do Plano de Ação Geral (PAG): (    ) Ciência        (  X  ) Tecnologia           (      ) Trabalho        (  X ) Cultura
Ementa
CH
Eixo Estruturador
Conteúdo
Disciplina Eletiva- ENEM I
ENEM I: Organização curricular, com fundamentos de ensino e aprendizagem, articulado aos exames do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica e às matrizes de referência do novo ENEM.
80h
EIXOS: CIÊNCIA E TECNOLOGIA

ü  Conteúdos que contemplem as competências e habilidades previstas no Enem e as áreas de conhecimento contempladas no Ensino Médio: Área de Linguagens e códigos e suas Técnologias no Enem; Área das Ciências Humanas e suas Tecnologias.



































Matriz Curricular do 2° Ano do Ensino Médio Inovador-2012

Foco do Plano de Ação Geral (PAG): (   x  ) Ciência        (      ) Tecnologia           (      ) Trabalho        (      ) Cultura
Ementa
CH
Eixo Estruturador
Conteúdo
Atividade Integradora: ENEM II



ENEM II: Organização curricular, com fundamentos de ensino e aprendizagem, articulado aos exames do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica e às matrizes de referência do novo ENEM.
80h
EIXO: CIÊNCIA E  TECNOLOGIA
ü Conteúdos que contemplem as competências e habilidades previstas no Enem e nas áreas de conhecimento contempladas no Ensino Médio: área das Ciências da Natureza, Matemática e suas Técnologias.
MODALIDADES DE REDAÇÃO: DISSERTAÇÃO; DESCRIÇÃO E NARRAÇÃO.

80h
EIXO TRABALHO
ü  Redação Dissertativa.
ü  Redação Descritiva.
ü  Redação Narrativa.
Atividade Integradora: CULTURA E ATUALIDADES
CULTURA E ATUALIDADES:

80h
EIXO CULTURA

ü  A cultura:
ü  Componentes da cultura;
ü  Identidade cultural;
ü  Patrimônio cultural;
ü  Aculturação e contra-cultura;
ü  Natureza e cultura;
ü  Cultura e sociedade;
ü  O papel da educação na transmissão da cultura;
ü  Cultura e trabalho;
ü  Cultura de paz;
ü  Cultura e atualidades: a sociedade pós-moderna;
ü  A religião;
ü  As artes;
ü  A ética;
ü  A ciência;
ü  A política;
ü  A economia;
ü  O social.

CÍRCULO DE CULTURA II (OFICINA DE INGLÊS):  A cultura deve ser entendida como as diferentes formas de criação cultural da sociedade, seus valores, suas normas de conduta, suas obras. Portanto, a cultura é tanto a produção ética quanto estética de uma sociedade; é expressão de valores e hábitos; é comunicação e arte.

40h
EIXO CULTURA
ü  O inglês como ferramenta de linguagem.
ü  A cultura inglesa
ü  Oficina de tradução: a teoria na prática
ü  Atividades artísticos-culturais
ü  Seminários
ü  Processo de elaboração e implementação de atividades de leitura de textos em inglês
ü   Leitura e análise de diversos gêneros textuais. Somamos ainda à base teórica os princípios da prática exploratória
ü  Ciclo de Cinema e Literatura: apresenta filmes originários de obras literárias com discussão dos temas abordados e os consequentes aspectos socio-político-histórico-linguístico-culturais da época.



AÇÕES DESENVOLVIDAS

·        ARTICULAÇÕES INSTITUCIONAIS;

-Contato com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), para participação em eventos relacionados ao desenvolvimento pedagógico dos estudantes;
- Visitação a universidades públicas e privadas, oportunizando aos estudantes o conhecimento do mundo acadêmico e da sua realidade, focando as diversas áreas de atuação mais contempladas no mercado do trabalho.
- Parceria com UFPE, com o Projeto Expondo Cultura;
- Participação em atividades teóricas e práticas no Espaço Ciência,
- Visitação a museus e centros históricos oportunizando ampliar o conhecimento acerca da multiculturalidade e da história dos municípios e Estado.
- Participação em Feiras de Ciências na Região Metropolitana do Recife;
- Integração com outro Estado (Paraíba) para a participação dos estudantes em oficinas dentro do espaço, Estação Ciência de Cabo Branco.

·        ATIVIDADES DE FOMENTO À LEITURA;
- Incentivo aos estudantes para empréstimo de livros no espaço da biblioteca;
 - Implantação de oficinas literárias visando propiciar aos estudantes a compreensão, pelo estudo do texto literário, das formas instituídas de construção do imaginário coletivo, do patrimônio representativo da cultura e das classificações preservadas e divulgadas. No eixo temporal e espacial, visando o letramento literário daqueles estudantes.
-
- Criação de uma coletânea de textos, visando à apropriação dos mecanismos de escrita dos diversos gêneros textuais.
- Projeto Mesa Literária;
- Construção do Jornal estudantil, “O Escritor”;
- Constução de um blog de divulgação escolar: eeja-emi.blogspot.com.br
- Participação da Bienal do Livro de Pernambuco.

·        ATIVIDADES DE INTEGRAÇÃO TEÓRICA/PRÁTICA;
- Projeto Ambiental: Semana da Água;
- Aulas práticas com a criação de uma horta na escola;
- Oficina de Matemática;
- Oficina de Física;
- Laboratório de Química e Biologia;
- Projeto Mesas Literárias;
- Continuação do Projeto de Pesquisa sobre reeducação alimentar;
- I Festival de Talentos da Escola Escritor José de Alencar;
- Projeto Cultura de Paz/Consciência negra.

·        ATIVIDADES DE MELHORIA DOS AMBIENTES DE APRENDIZAGEM:

- Três salas de multimídia;
-  Implantação de uma rádio escola, visando fazer do rádio um instrumento para a consolidação de escolas realmente cidadãs; • Contribuir para a compreensão de que o rádio é um veículo de comunicação eficiente para tornar público o trabalho educacional efetivamente realizado na unidade escolar; • Investir na formação de repórteres adolescentes para que consigam comunicar em linguagem mais acessível assuntos ligados à cultura, saúde, educação e política. • Evidenciar através dos programas produzidos e apresentados por alunos e professores a interdisciplinaridade inerente. • Desenvolver habilidades e tendências comunicacionais dos participantes; • Assessorar os profissionais envolvidos para que se utilizem do rádio como um instrumento eficaz de ensino.
- Climatização e adequação dos ambientes destinados a aprendizagem;
- Aquisição de equipamentos de informática;
- Aquisição de equipamentos eletroeletrônicos;
- Implementação de oficinas lúdicas em matemática, química e física oportunizando aos estudantes confeccionar jogos que facilitem a apropriação de conteúdos curriculares e o desenvolvendo da sua criatividade e raciocínio lógico.


·        ATIVIDADES DE FOMENTO À PRODUÇÃO ARTÍSTICA

- Elaboração de cartazes para apresentação dos projetos;
- Elaboração de banners;
- Painéis;
- Implementação de oficinas de teatro, oportunizando aos estudantes reconhecer as semelhanças e diferenças entre os signos das obras e objetos de arte de diferentes linguagens artísticas, no contexto local e universal.

  • ATIVIDADES DE RELEITURA E REESCRITA DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO EM CONSONÂNCIA COM O DOCUMENTO ORIENTADOR DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR (MEC)




















ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR


















PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO






“A educação é um ato de amor, por isso um ato de coragem. Não pode temer o debate.
A análise da realidade não pode fugir à discussão criadora, sob pena de uma farsa.”

Paulo Freire






PAULISTA
2012







GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR





GESTORES:

JOSÉ DE ALMEIDA (GESTOR)
ROSANE GALVÃO DE QUEIROZ (GESTOR ADJUNTO)
NERY VÂNIA ROMÃO DE QUIROZ (SECRETÁRIA)


COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

MÉRCIA MARIA BECKMAN DOS SANTOS (ED. DE APOIO)
IARA MARIANO BARBOSA DA SILVA (ED. DE APOIO)

ARTICULADORES:            EDSON JOSÉ DOS SANTOS












SUMÁRIO


1. Apresentação

2. Justificativa

3. Maranguape I – Histórico

4. História Da Escola Escritor José De Alencar

5. Identificação e Diagnóstico Da Escola

  5.1. Perfil da Escola

6. Fundamentação Teórica

7. Objetivos

8. Requisitos de Acesso

9. Organização Curricular

10. Avaliação de Aprendizagem

11. Ações

12. Avaliação do Projeto Político Pedagógico

13. Referências

14. Anexos dos Programas e Projetos desenvolvidos

A avaliação do Projeto Político Pedagógico


























1.      APRESENTAÇÃO


            No sentido etimológico, o termo projeto vem do latim “projectu”, particípio passado do verbo “projicere", que significa lançar para adiante. Ao construirmos o projeto da escola, temos a intenção de realizar, buscando o possível. É antever um futuro diferente do presente. Segundo Gadotti (1994, p.579 apud VEIGA, 1995, p.12):

Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro. Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se, atravessar um período de instabilidade e buscar uma nova estabilidade em função da promessa que cada projeto contém de estado melhor do que o presente. Um projeto educativo pode ser tomado como promessa frente a determinadas rupturas. As promessas tornam-se visíveis, os campos de ação possível, comprometendo seus atores e autores. ( apud VEIGA, 1995, p. 12).

        O projeto político-pedagógico não é um agrupamento de atividades diversas ou algo que depois de construído é encaminhado às autoridades e depois arquivado. Na realidade é um instrumento que traduz a busca pela formação da cidadania, na tentativa de reorganizar o espaço escolar, através de um maior envolvimento da comunidade escolar na construção de uma escola de qualidade com participação coletiva e a mesma não está dissociada do contexto histórico-social, econômico e social.
            No projeto político-pedagógico constarão informações sobre a história do bairro de Maranguape I e da Escola, o diagnóstico da mesma, os segmentos envolvidos no processo, justificativa, objetivos gerais e específicos, metas, ações e anexos. Esse projeto é fruto de um estudo coletivo, pois iniciou-se com uma pesquisa com representantes da comunidade escolar. Participaram em todas as etapas da sua construção o corpo docente, funcionários e representantes dos pais, alunos e comunidade.












2.      JUSTIFICATIVA


Diante da atual conjuntura da nossa sociedade, que se depara com a violência, desemprego, conflitos de valores, reestruturação do conceito de família, a escola cada vez mais reafirma sua condição de um local onde reabastecemos nossas forças para seguir adiante.
Assim a educação “não pode negar a dimensão educativa do trabalho docente, mas seria tão absurdo quanto injusto esperar dos professores virtudes educativas infinitamente maiores do que as da sociedade que lhes confere a incumbência de ensinar” (PERRENOUD, P. - 2000. pp 41).
Então temos que pautar nosso trabalho enquanto escola na permanente construção de uma gestão democrática, não só pela eleição de gestores que é apenas um dos pontos importantes deste crescimento, porque traz a voz da comunidade escolar para escolha de quem irá articular junto com os demais segmentos e dos órgãos gerenciadores, quais os caminhos a escola poderá seguir.
Para isso será necessário um aprendizado no ambiente escolar onde possamos conviver enquanto sujeitos com direitos e deveres num processo de discussão acerca das questões que afetam / interferem na vida de todos.
Assim propomos fomentar cada vez mais espaços de discussão, para que através desse mecanismo possamos pensar coletivamente ações / metodologias / projetos  que colaborem na melhoria do processo ensino-aprendizagem, visando que nossos alunos possam a partir de um direito constitucional à educação garantido na LDB nº 9394/96, possamos ter condições reais de tornarem-se cidadãos, instrumentalizados com o saber. Através de um PPP real que possa ser vivenciado pelos que participaram de sua elaboração, como verdade da escola, com reestruturações do que não deu certo, avaliação e incentivo ao que foi positivo.

  1. MARANGUAPE I – HISTÓRICO


            O topônimo Maranguape é originário da língua TUPY, sendo formado pelos vocábulos MARÂ (batalha, guerra) GUA (vale, baixada) PÉ ou APÊ (caminho, trilha), significando, portanto, O CAMINHO DO VALE DA GUERRA. O termo Maranguape passou a denominar essa localidade a partir do século XVII, logo após a expulsão dos holandeses de Pernambuco e mais recentemente foi adotado para os conjuntos habitacionais criados pelo Governo Estadual nessa área, já no final do século XX.
            Os primeiros registros de ocupação dessas terras datam do início do século XVI, quando Duarte Coelho, donatário de Pernambuco, doou ao seu cunhado, Jerônimo de Albuquerque, uma sesmaria que compreendia também outras áreas do atual município de Paulista.
            Por sua participação na restauração pernambucana, o mestre de campo João Fernandes Vieira adquiriu estas terras, e em 1656 ergueu a capela votiva de Nossa Senhora dos Prazeres, em agradecimento pela vitória final contra os holandeses. Para garantir de fato o povoamento da região, Fernandes Vieira construiu uma casa paroquial, um engenho e um sobrado. É nesse mesmo ano que se faz o primeiro registro documentado do nome Maranguape. Nessa época, Maranguape compreendia uma grande área desmembrada da freguesia da Sé, em Olinda. Trinta e cinco anos depois, essa capela veio sediar o novo curato, criado pelo Bispo Santo Dom Mathias de Figueiredo e Mello. No ano de 1689, após o falecimento de Dona Maria César, viúva de Fernandes Vieira, o seu irmão e testamenteiro Berenguer de Andrade, vendeu toda a propriedade de Maranguape, além de todas as outras que lhes pertencia, ao mestre de campo Manuel Álvares de Moraes Navarro, que por ser natural de São Paulo era conhecido como o Paulista, alcunha que mais tarde denominaria a nossa cidade.
            Durante a administração eclesiástica de D. Manuel Álvares da Costa, entre 1710 e 1715, foi criada a freguesia de Nossa Senhora dos Prazeres de Maranguape, ficando sob a jurisdição de Olinda em 1746, essa freguesia, cuja capela se tornara matriz da paróquia em 1719 atingiu o seu apogeu e contava com 1846 habitantes, 276 residências e 6 capelas filiadas à igreja Matriz. No ano de 1838 essa população já era de 4.978 pessoas. Em 1846 a freguesia de Maranguape foi reprimida dando sua parte ocidental para a Paróquia de Igarassu e a oriental a Sé de Olinda. Em 2 de Maio de 1859, a Lei nº 463 determinou a transferência de sua sede da aprovação de Maranguape para a povoação de Nossa Senhora do Ó, em Pau Amarelo.
            No começo do século XX a Matriz de Maranguape voltou a sediar a paróquia. Contudo, já se poderia observar a decadência da igreja: a Matriz encontrava-se bastante estragada exteriormente e os atos religiosos eram cada vez mais raros.
            Em 1904, o imigrante sueco Theodor Lundgren compra a fábrica de tecidos Paulista e todas as propriedades, incluindo a área de Maranguape, do industrial Rodrigues Lima.
            Com o desmembramento de Paulista do município de Olinda em 1935, a localidade passou a fazer parte do novo município criado.
            A velha Matriz de Maranguape foi incendiada no dia 20 de Março de 1957 por 6 homens armados, que puseram fogo nos altares e derrubaram as últimas partes de sua estrutura que ainda estava de pé.
            A partir de 1975 várias terras pertencentes à família Lundgren são desapropriadas para a construção de conjuntos habitacionais. Conservando o nome que essa região sempre foi conhecida, o governo estadual implantou um complexo habitacional com 4 conjuntos residenciais: Engenho Maranguape, Maranguape I, Maranguape II e Jardim Maranguape.


















  1. HISTÓRIA DA ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR


            Até novembro de 1993, havia apenas três estabelecimentos estaduais de ensino em Maranguape I: o Historiador Pereira da Costa, o Manoel Gonçalves e o Arnaldo Carneiro Leão. E, em somente uma dessas escolas tinha-se o Ensino Médio (antigo Científico).
            Como esse número de escolas não atendia às necessidades do bairro, a comunidade, através da Associação dos Moradores, elaborou um projeto para a construção de mais uma escola no bairro.
            Entretanto, houve um impasse: é que, no terreno onde está construída a escola, havia o “Campo das Malvinas”, que era um espaço público. E os “peladeiros” não queriam perdê-lo. Para se ter uma idéia, o alicerce foi derrubado cinco vezes e a construção só pôde continuar sob a vigilância de policiais.
            Nessa época foi apresentado, inclusive, um abaixo-assinado com mais de duzentas assinaturas com o intuito de manter o Campo. Mas houve o contraponto, isto é, foram recolhidos aproximadamente oito mil assinaturas, a favor de mais uma escola com Ensino Médio na localidade.
            O impasse foi resolvido com a disponibilidade do campo da Associação de Moradores para a comunidade jogar bola.
            Os trabalhadores envolvidos na construção da escola eram da comunidade e foram indicados pela Associação de Moradores. A construção demorou um ano e foi concluída em dezembro de 1993.

  1.  IDENTIFICAÇÃO E DIAGNÓSTICO DA ESCOLA

A Escola Estadual Escritor José de Alencar fica situada na rua 52 s/n no bairro de Maranguape I, na cidade do Paulista, PE.
            É uma escola de médio porte com 632 estudantes regularmente matriculados e divididos nos turnos da manhã (10 turmas) e noite (06 turmas). Além de atuar no Ensino Fundamental (04 turmas de 8ª séries), possui alunos no Ensino Médio (06 turmas do 1º ao 3º ano) e na EJA – Ensino Médio (05 turmas).
            Sua equipe gestora é formada por José de Almeida Cordeiro (Gestor), Rosane Galvão da Silva (Gestora Adjunta), Nery Vânia Romão de Queiroz (Secretária), Mércia Maria Beckman e Iara Mariano Barbosa da Silva (Educadoras de Apoio).
            Seu corpo docente é composto por 22 professores divididos entre o Ensino Regular e a EJA – Ensino Médio, além de uma técnica educacional e 8 funcionários administrativos.
            O “Escritor”, como é conhecida a escola pela comunidade, possui Conselho Escolar, Unidade Executora e Grêmio Estudantil como órgãos colegiados.




5.1.PERFIL DA ESCOLA

             A Escola dispõe da 8ª série do Ensino Fundamental, do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio Inovador, do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio e do I, II e III Módulo da Educação de Jovens e Adultos.

6.      FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

              “o ensino é um canal de acesso à relação com o saber e a produção – apropriação do conhecimento. Acesso e permanência são princípios que concorrem para democratização da escola e universalização do direito à educação. Por isso, um e outro são, ao mesmo tempo, expressões de decisão política, critério político e  condições para efetivação da educação”. IMACHADO, Laeda Bezerra, SANTIAGO, E – 2009).
Desta forma a escola torna-se um espaço onde buscamos democratizar antes de tudo o saber / o conhecimento, para que todo sujeito, torne-se cidadão consciente de seus direitos e deveres, mas apropriando-se dos conteúdos necessário par construírem as competências necessárias para seu crescimento pessoal e acadêmico e profissional.
Para tanto, seguimos o caminho da articulação com a comunidade através do Conselho Escolar, … “que seria um dos principais mecanismos institucionalizado da gestão democrática, por ser considerado como um espaço de democracia participativa, no qual diferentes segmentos da comunidade escolar, através de seus representantes, tem oportunidade de defender seus interesses e aspirações, a partir das relações, dialógicas, podendo, portanto, ter participação e responsabilidade na definição dos rumos da escola” (BOTLER, Alice H., MACHADO, Laeda Bezerra; MARQUES, Luciana Rosa; AGUIAR, Maria da Conceição Carrilho – 2007).
Fazendo de nosso Projeto Político Pedagógico um instrumento onde poderemos respaldar esta participação da comunidade, dentro de nossa autonomia, construindo coletivamente as metas e ações que vivenciaremos na escola, tentando vencer o desafio de aproximar o que acreditamos e que queremos ver sendo materializado no trabalho pedagógico, como os conteúdos são vivenciados na relação ensino-aprendizagem e quais são os resultados produzidos.
Para que isso ocorra na escola é preciso um esforço permanente para a partir do PPP, criarmos as condições de vivenciá-las e mantê-las, e isso só se faz com comprometimento dos profissionais da educação, comunidade e órgãos gestores.
Temos que realizar esse trabalho, sem perder de vista, o tempo e o momento que vivemos, na qual a informação e o conhecimento vem de muitas fontes além da escola, na qual muitos valores e conceitos humanos são revistos, questionados, ...” Importa, portanto, que a escola se torne, segundo expressão de Ballion (1993), uma “cidade a construir “na qual a ordem não está adquirindo momento em que se entra nela, mas deve ser permanentemente renegociada e conquistada.” (PERRENOUD, P – 2000).
Vivenciando, cotidianamente na escola, os problemas que vão além da aprendizagem de conteúdos, mas também como lutar contra preconceitos, discriminações dos diferentes, sexuais, raciais e sociais, enfim construir para todos os atores da escola, aprendizagens no presente para um futuro com esperança.
7.      OBJETIVOS           


OBJETIVO GERAL

Desenvolver ações pedagógicas, administrativas e financeiras que priorizem a qualidade da construção do conhecimento e o exercício da cidadania do educando, assim como sua integração no espaço escola-comunidade.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Reorganizar e fortalecer a gestão compartilhada da comunidade escolar, no que diz respeito às decisões da escola.
  • Atualizar e rever o currículo escolar de acordo com a LDB, Diretrizes Curricular Nacional, OTM’S, BCC e demais matrizes curriculares do Estado.
  • Promover a recuperação em todas as disciplinas em que o aproveitamento for considerado insatisfatório, incluindo a recuperação que não progrediram na série anterior.
  • Realizar projetos que melhore a prática pedagógica da escola, que eleve a auto-estima do educando, ajudando-o na sua formação e integração com outros alunos.
  • Promover a formação continuada dos professores.
  • Promover a integração escola/empresa para oportunizar, através de estágios, momentos de aprendizagem prática e preparação para o trabalho dos alunos do ensino médio, visando sua inserção no mercado de trabalho.
  • Promover ações visando à acessibilidade e permanência no contexto escolar, compreendendo e aceitando as diferenças apresentadas.
  • Promover ações a partir da avaliação das devolutivas do monitoramento de 2010 e dos resultados das avaliações externas, elencando os descritores que precisam ser trabalhados para elevar o aproveitamento dos estudantes e os índices educacionais.
  • Promover o conhecimento e compreensão da Legislação Educacional, do Regimento da Escola e normas legais que orientam os direitos e deveres dos professores, equipe gestora, funcionários, pais e alunos.
  • Planejar, acompanhar e avaliar a execução dos recursos financeiros da escola, levando em consideração as necessidades da escola e os planos de ação da gestão pública.






8.      REQUISITOS DE ACESSO

De acordo com o artigo 21 do Regimento Escolar, o processo de matrícula fica sob responsabilidade da Secretaria de Educação, da Escola sob a responsabilidade do Diretor da Unidade de Ensino, bem como o Chefe da Secretaria e, será efetivada conforme o número de vagas, estabelecido de acordo com a capacidade física do prédio e os quantitativos estipulados para cada série / ano, obedecendo às prescrições legais vigentes.
            Será assegurado à reserva e prioridade de vaga para matrícula dos PNEE – Portadores de Necessidades Educacionais Especiais, bem como assegurado o atendimento educacional especializado e adequação da arquitetura escolar às suas necessidades especiais.
            Ao estudante que comprovar exercer trabalho remunerado extra domiciliar será assegurado à matrícula em horário que lhe permita a frequência à escola.
            O serviço de matrícula deverá receber assessoramento técnico – administrativo da direção quer seja a matrícula inicial, renovada ou por transferência, a fim de que sejam cumpridas as exigências legais vigentes, assegurando a regularidade da vida escolar do(a) estudante.
            É direito do(a) estudante ter sua matrícula efetuada pelos pais ou responsáveis a partir de 06 (seis) anos no 1º Ano do Ensino Fundamental de 09 (nove) anos.
             O (a) estudante desistente terá assegurado(a) o seu direito a vaga desde que compareça a escola, se maior de idade ou com seu responsável, se menor, durante o período de vagas remanescentes para, em havendo vaga solicitar a renovação de matrícula.
            A (a) estudante desistente que não realizar ou solicitar a renovação de matrícula, terá seu nome relacionado e encaminhado pelo Diretor (a) à Gerência Regional de Educação Metropolitana Norte, de modo que se possa garantir sua matrícula na escola mais próxima de sua residência que possua vaga remanescente (vagas não preenchidas).
            Quando o (a) estudante da série / ano do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos – EJA do Ensino Fundamental e Médio não puder comprovar os estudos anteriores feitos, deverá a escola proceder à matrícula, submetendo o (a) estudante a processo de classificação por não comprovação de estudos, desde que obedeça ao que preceitua a Instrução Normativa nº 14/2008, tendo em vista a especificidade de cada caso.
9.      ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

A educação formal é prioridade na escola, o documento curricular dá destaque à elaboração do projeto político-pedagógico. O exercício da autonomia escolar pressupõe uma convergência de esforços de professores na construção de uma proposta político-pedagógica que traduza, no cotidiano da instituição. De modo a garantir o direito do aluno à educação de qualidade, para tal precisa-se atualizar e rever o currículo escolar de acordo com a LDB, Diretrizes Curriculares Nacional, OTM’S, BCC e demais matrizes curriculares do Estado.
O currículo precisa favorecer a aprendizagem que melhorem as habilidades e competências do ser humano. Deve nortear eixos que oriente nas quatro premissas apontadas como eixo da educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e aprender a ser. Para enfrentar os desafios do mundo moderno, precisa-se ter um currículo dinâmico, flexível, revisto e adaptado às exigências do mundo contemporâneo.
De acordo com a BCC/PE (2008, p.26) no que tange à construção de uma base curricular comum, o texto da constituição, estabelece, no art. 210, que “serão fixados conteúdos mínimos para o Ensino Fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais”. Se aqui o limite é o Ensino Fundamental, na CEPE, determinação vale para “a educação fundamental e o ensino médio” (art.180). Na mesma linha, porém de forma mais explícita, posiciona-se a LDBEN, ao determinar, em seu art. 26, que “os currículos do Ensino Fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela”.
Os currículos do Ensino Fundamental, do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos – EJA do Ensino Fundamental e do Ensino Médio desta Unidade Escolar tem uma base nacional comum, bem como uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e usuários.
            Os currículos devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da Língua Portuguesa e da Matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.
            O ensino de Arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos estudantes.
            A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao estudante: (Lei Federal nº 10.793, de 1-12-2003).
            O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e européia.
            Na parte diversificada do currículo será incluído, obrigatoriamente a partir da quinta série / sexto ano, o ensino de pelo menos uma língua estrangeira moderna cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar, dentro das possibilidades da instituição.
Serão assegurados os currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender as necessidades dos PNEE – Portadores de Necessidades Educacionais Especiais.
Nos estabelecimentos de ensino fundamental e ensino médio, oficiais e particulares, tornam-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
            O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo deve incluir o estudo da História da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História Brasil.
Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.
Considerando-se também as Orientações para Operacionalização das Matrizes Curriculares Implantadas em 2011 nas escolas da Rede Estadual de Ensino de 27 de agosto de 2011 e a Instrução Normativa Nº 02/2011 de Matrizes Curriculares, destacamos que:
1.   Nas fases III e IV da Educação de Jovens e Adultos, turno diurno e noturno, a carga horária total correspondente a cada fase é de 1.000 horas/aula, perfazendo um total de 2.000 hora/aula nos 2 anos vivenciados totalmente de forma presencial;
2.   A carga horária da EJA, fases III e IV, contabiliza 25 horas/aula semanais;
3.   A operacionalização da carga horária do componente curricular Ensino Religioso deve ser em forma de seminário a cada 15 dias com 2 horas/aula no contra turno, vivenciados totalmente de forma presencial;
4.   A estrutura da EJA no Ensino Médio passou de anual para semestral, organizada em 3(três) módulos, com carga horária total de 1500 horas/aula, distribuídas em 3(três) semestres letivos, 500 horas/aula em cada módulo, com abertura de matrícula a cada semestre letivo;
5.   O estudante que cursou o 1º Ano de Escolaridade da EJA, entre os anos letivos de 2008 a 2010, deve ser matriculado, a partir de 2011, no 3º Módulo da EJA – Ensino Médio;
6.   A carga horária do componente curricular Arte deve ser desenvolvida em 1 hora/aula semanal para cada Módulo da EJA – Ensino Médio;
7.   Os componentes curriculares, Filosofia e Sociologia, devem ser desenvolvidos com 1 hora/aula semanal em cada Módulo;
8.   Na parte diversificada, na EJA Ensino Fundamental e Médio, permanece só o componente curricular - Língua Estrangeira Moderna;
9.   Na parte diversificada da EJA Médio, conforme o inciso III do art. 36 da LDB 9.394/96, devem ser incluídas uma língua estrangeira moderna como componente curricular obrigatório, escolhido pela comunidade escolar, e uma segunda língua em caráter optativo para o estudante, dentro das disponibilidades da instituição;
10.    Os temas relacionados à Educação, Direitos Humanos e Cidadania; Educação Ambiental; História da Cultura Pernambucana e Educação e Trabalho, que anteriormente constavam da parte diversificada na Matriz Curricular (2008 a 2010), a partir de 2011 devem ser abordados de forma interdisciplinar, no âmbito das áreas desconhecimento.

Algumas ações são importantes para organização do currículo para a otimização da prática pedagógica.

·         Promover reuniões semestrais, procurando contemplar a interdisciplinaridade, transversalidade e contextualização dos conteúdos vivenciados e integrar os níveis de ensino.
·         Adaptar o currículo à necessidade do educando.
·         Fazer planejamento integrado por área de conhecimento, devendo ser seguido por todos os professores em todos os turnos.
·         Fazer a interdisciplinaridade utilizando temas transversais propostos pelos OTM’s e BCC, integrando áreas de conhecimento.
·         Ser transparente com o aluno e equipe pedagógica em relação aos desempenhos e oportunidades a que os alunos têm direito, fornecendo informações sobre habilidades por eles não atingidas e indicando parâmetros para que os mesmos refaçam seu trajeto de aprendizagem.
·         Incentivar o pensamento crítico e independente.
·         Promover a elaboração de um banco de exercícios e material didático pelos professores (para as diversas disciplinas), e que os alunos possam utilizá-los na falta de professores nas aulas regulares e de recuperação.










10. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

 Considerando que a avaliação do processo de aprendizagens caracteriza-se pela predominância dos procedimentos qualitativos sobre os quantitativos, dos processos sobre os produtos, a ser implementada como dinâmica de natureza cumulativa, contínua, sistemática, extensiva e flexível, superando a visão classificatória e terminal.
Levando em consideração o disposto no Regimento Escolar da nossa Unidade de Ensino e na Instrução Normativa 14/2008, observamos que o processo de Classificação e Reclassificação de estudantes dar-se-á de acordo com:
            O que prevê a classificação por progressão plena ocorrerá ao final do ano letivo para o (a) estudante de qualquer ano, série, fase, ciclo ou módulo que obtiver índice de aproveitamento definido pela escola em todos os componentes curriculares e freqüência mínima de 75% do total de horas letivas.
O que prevê a classificação por progressão parcial ocorrerá ao término do ano letivo, após o período de recuperação final para o (a) estudante que comprovar freqüência mínima de 75% do total de horas letivas e não obtiver o índice de aproveitamento previsto no Regimento Escolar.
 O que diz que a progressão parcial deverá ocorrer:
I- nas escolas públicas em até 02 (dois) componentes curriculares na série, ano, fase, ciclo ou módulo cursados pelo (a) estudante [...];
As escolas deverão assegurar aos estudantes em progressão parcial, no mínimo 03 (três) oportunidades de reensino e verificação da aprendizagem, no ano letivo subseqüente:
·         Obtendo o índice de desempenho definido pela escola em uma das oportunidades de verificação da aprendizagem, o(a) estudante será considerado(a) aprovado(a).
·         A operacionalização da progressão parcial para o(a) estudante, deverá constar no Projeto Político Pedagógico / Proposta Pedagógica da Escola;
·         As normas para a progressão parcial deverão constar no Regimento Escolar;
·         Será assegurado, ao final do ano letivo, exame especial para os (as) estudantes da última série, ano, fase ou módulo do Ensino Fundamental e Médio da Rede Estadual de Ensino, que não obtiverem êxito nas oportunidades de verificação da aprendizagem oferecidas ao longo do ano letivo.
·         Os (as) estudantes de escolas das redes privada e municipal, integrantes do Sistema Estadual de Ensino, que não obtiverem êxito nas oportunidades de verificação oferecidas ao longo do ano letivo terão assegurado exame especial no período estabelecido no Regimento Escolar para prosseguimento dos estudos.
·         Os (as) estudantes com reprovação no último ano do Ensino Médio, Ensino Médio Integrado, Normal Médio e Educação de Jovens e Adultos, aprovados no vestibular deverão ter assegurada avaliação especial realizada prioritariamente pela escola, CEESU ou pela Gerência de Avaliação Monitoramento das Políticas Educacionais.
·         A classificação por comprovação de competência em exame especial dar-se-á para o estudante que, impossibilitado de comprovar documento de escolaridade, e obtiver resultado satisfatório em exame especial realizado pela escola.
O exame especial, para a comprovação de competência, deverá ser realizado, até 02 (dois) meses após o início do período letivo, através de banca examinadora especial, instituída pela escola para elaboração, aplicação e correção das provas sobre os conteúdos dos programas de ensino correspondentes aos componentes curriculares do(a) ano, série, ciclo, fase ou módulo em que o(a) estudante requerer matrícula.
Os resultados obtidos pelo(a) estudante no exame especial, para comprovação de competência, deverão corresponder ao índice de aproveitamento definido no Regimento Escolar.
A escola deverá informar ao(à) estudante, com no mínimo trinta dias de antecedência, os conteúdos de ensino que serão examinados, bem como a data de realização do exame especial.
A reclassificação deverá ocorrer no ensino fundamental e médio, até 02 (dois) meses do início do ano letivo, quando:
I- o (a) estudante apresentar no início do ano letivo, nível de aproveitamento equivalente ou superior ao exigido para conclusão da série, ano, fase, ciclo ou módulo em curso comprovado através de exame especial realizado pela escola;
II- o (a) estudante desistente cumprir mais de 50% do programa de ensino da última série, ano, fase, ciclo ou módulo cursado(a), obtiver índice de aproveitamento definido no Regimento da escola, em todos os componentes curriculares e comprovar 75% de freqüência mínima das horas letivas ministradas até a data de desistência;
III- o (a) estudante reprovado (a) por freqüência obtiver índice de aproveitamento satisfatório, definido no Regimento, em todos os componentes curriculares da série, ano, fase, ciclo ou módulo cursado(a);
IV- o (a) estudante apresentar interrupção de fluxo escolar em período igual ou superior a um ano.
A reclassificação do (a) estudante ficará condicionada à realização de exame através de banca examinadora especial instituída pela escola, composta de professores dos componentes curriculares que serão examinadas e à comprovação de resultados satisfatórios em todos eles, revelando competência para a conclusão da série, ano, fase, ciclo ou módulo anterior a que o (a) estudante requerer sua matrícula, devendo ser observada a correlação idade, ano, série, ciclo ou fase [...]
As escolas poderão deliberar outras formas de classificação e reclassificação de estudantes, desde que respaldadas pela legislação vigente e homologadas por órgão competente.

11. AÇÕES

Sendo a escola um espaço social de convivência coletiva onde pode-se observar a grande diversidade cultural, faz-se necessário ações que garantam os direitos estabelecidos para todos.

I.                   AÇÕES ADMINISTRATIVAS

  1. Promover a eleição do Grêmio Estudantil na escola.
  2. Apoiar a realização das atividades políticas e culturais do Grêmio Estudantil, de acordo com o seu regimento e o da escola.
  3. Apoiar os membros do conselho para atuar nos moldes de uma gestão compartilhada.
  4. Utilizar de transparência nas áreas administrativa, pedagógica, financeira e jurídica.
  5. Colaborar e implantar projetos que disponibilize o espaço da escola, nos fins de semana e período de férias, para a realização de atividades que congreguem a comunidade local.
  6. Relacionar o uso de recursos tecnológicos com o projeto pedagógico da escola.
  7. Conscientizar a comunidade escolar da manutenção e conservação do prédio e equipamentos da escola.
  8. Fazer reuniões administrativas com estudantes e pais, para conscientizá-los da importância do uso da farda e material didático fornecido pela escola.
  9. Observar a vigilância nos portões e comunicar ao policiamento e à patrulha escolar dos problemas que ocorrem na escola.

II.                AÇÕES PEDAGÓGICAS

a) Do Currículo Escolar

  1. Promover reuniões semestrais, procurando contemplar a interdisciplinaridade, transversalidade e contextualização dos conteúdos vivenciados e integrar os níveis de ensino.
  2. Adaptar o currículo à necessidade do educando.
  3. Fazer um planejamento especial para atender às necessidades do educando da noite, devido às dificuldades de aprendizagem que os mesmos apresentam: reprovação, desistência, defasagem idade/série.
  4. Definir, desde o início do ano, os desempenhos a serem alcançados pelos estudantes.
  5. Fazer planejamento integrado por área de conhecimento, devendo ser seguido por todos os professores em todos os turnos.
  6. Fazer a interdisciplinaridade utilizando temas transversais propostos pelos OTM’S E BCC, integrando áreas de conhecimento.
  7. Planejar com outras áreas, desenvolvendo projetos interdisciplinares que poderão constar no calendário da escola.
  8. Agendar com antecedência atividades culturais, aulas de campo.
  9. Identificar e considerar a história particular do estudante no processo de ensino-aprendizagem.
  10. Oportunizar aos estudantes do Ensino Fundamental o contato com a História do Brasil, através da execução do Hino Nacional, oferecendo-lhes a chance de conhecer um dos vários elementos da História e nacionalidade do Brasil, conforme determina  a Lei Federal nº 12.031, de 21de setembro de 2009, nada impedindo que os estudantes do Ensino Médio também participem desta ação.
  11. Ser transparente com o estudante e equipe pedagógica em relação aos desempenhos e oportunidades a que os estudantes têm direito, fornecendo informações sobre habilidades por eles não atingidas e indicando parâmetros para que os mesmos refaçam seu trajeto de aprendizagem.
  12. Estabelecer junto aos estudantes, a rotina diária e as regras de conduta a serem seguidas por todos na sala de aula.
  13. Estipular prazos para a verificação das ações.
  14. Incentivar o pensamento crítico e independente.
  15. Avaliar, continuamente e sistematicamente, a aprendizagem dos estudantes.
  16. Retomar os conteúdos aprendidos antes de introduzir os novos.
  17. Promover discussões e fazer uso adequado do livro didático, favorecendo a interdisciplinaridade e transversalidade.
  18. Incentivar os estudantes a zelar pelo livro didático, pois será utilizado por outros estudantes no ano seguinte.
  19. Promover a elaboração de um banco de exercícios e material didático pelos professores (para as diversas disciplinas), e que os estudantes possam utilizá-los na falta de professores nas aulas regulares e de recuperação.
  20. Manter atualizados os registros de aulas e dos desempenhos dos estudantes.

b) Da Recuperação dos Estudantes

1.      Promover a recuperação da aprendizagem paralela ao longo do ano letivo e, em alguns casos, os de progressão parcial.
2.      Promover a elaboração do planejamento dos estudos de recuperação, incluindo:
a)    organização do horário para atender aos estudantes da melhor forma possível;
b)   Trocar informações sobre as disciplinas apresentadas pelos estudantes;
c)    Promover Conselho de Classe semestral para discutir e preencher as fichas de acompanhamento do estudante de forma quantitativa e qualitativa;
d)     Realizar, após o Conselho de Classe, plantões pedagógicos para informar aos pais, sobre o desempenho de seus filhos e discutir as ações a serem tomadas na recuperação dos mesmos


c) Da Qualidade do Ensino


  1. Promover o incentivo à pesquisa por meio de projetos de conhecimento a serem desenvolvidos pelos estudantes.
  2. Promover ações pedagógicas tais como a “Semana do Meio Ambiente”, “Reeducação Alimentar”, “Festival de Arte e Cultura: uma perspectiva multicultural” e a “Semana da Consciência Negra” no sentido de trabalhar a reeducação alimentar dos nossos estudantes e valorizar a cultura afro-descendente em nosso estado (questão étnico-social de acordo com a Instrução Normativa Nº 04/2011).
  3. Vivenciar o Projeto “Uma Análise Quantitativa do Contexto Sócio-Econômico do Bairro de Maranguape I” objetivando a complementação da carga horária do noturno como exige a Instrução Normativa Nº 01/2011.
  4. Elaborar e divulgar o calendário das atividades escolares, no início do ano letivo, definindo as datas de atividades extra-classe.

d) Da Formação dos Professores

  1. Propor um plano de formação continuada, definido em cronograma de estudos.
  2. Promover, acompanhar e divulgar atividades inovadoras, baseadas em estudos durante o ano letivo.
  3. Repassar os cursos oferecidos de atualização de professores promovidos pela SEDUC e MEC e outras instituições.
  4. Estimular a participação de todos os professores em encontros e cursos de formação continuada.
  5. Promover a formação continuada sobre o SAEPE.

e) Da Realização de Parcerias

  1. Estabelecer contato com a gerência ou coordenação de estágio sempre que necessário.
  2. Firmar convênios com agentes de integração escola empresa (CIEE, IEL e etc.), ampliando a possibilidade de inserção dos estudantes no campo de trabalho.
  3. Deixar atualizado um banco de dados que permita o acompanhamento do estudante estagiário.

f) Respeitando as Diferenças

  1. Discutir com os vários segmentos da comunidade escolar sobre o direito às diferenças, considerando a prática do bullying como uma realidade para todos que de algum modo não se enquadram no padrão pré estabelecido social e culturalmente (Lei Nº 13.995 de 22 de dezembro de 2009).
  2. Promover, acompanhar e divulgar atividades que integrem toda comunidade escolar no combate ao bullying.
  3. Reconhecer o direito ao nome social aos travestis e transexuais segundo o Decreto nº 35.051/2010.
  4. Garantir adaptações curriculares de grande e pequeno porte aos estudantes que apresentam necessidades educacionais especiais.
      5.            Refletir sobre os danos sociais, físicos e mentais causados pelo uso de drogas lícitas e ilícitas, levantando estratégias que sensibilizem a comunidade escolar sobre a importância de combate às drogas.
      6.            Reconhecer a importância do documento (Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003) que garante, dentre outros direitos do idoso, o acesso à educação, adequação de currículos, metodologias e material didático aos programas educacionais a eles destinados. Destacando nessa análise a importância da divulgação desse documento como forma de valorizar, respeitar e eliminar os preconceitos contra o idoso.
      7.            Inserir no currículo da Educação de Jovens e Adultos conteúdos que contemplem o conjunto de doenças e limitações que afetam as pessoas idosas no processo de envelhecimento, levantando as formas de prevenção de maneira que envelheçam saudavelmente.

g) Melhorando o Desempenho Escolar

  1. Consolidar conhecimentos através das oficinas vivenciadas no Projeto Mais Educação, melhorando assim a aprendizagem.
  2. Aplicar exercícios baseados nas avaliações externas de anos anteriores.
  3. Estimular a participação nas oficinas da Escola Aberta promovendo a integração do estudante, servindo de estímulo e elevando sua auto-estima como forma de melhoria de aprendizagem.

III.             AÇÕES JURÍDICAS

                  1.                        Disponibilizar documentos à comunidade escolar sempre que solicitado.
                  2.                        Aplicar a legislação regente às ocorrências vivenciadas na escola.
                  3.                        Sempre que necessário ajustar o regimento escolar e do Grêmio Estudantil para atender às necessidades da escola.

IV.             AÇÕES FINANCEIRAS

  1. Elaborar orçamentos nos quais serão definidos os gastos com a escola.
  2. Praticar os atos relativos aos gastos de acordo com as normas de gastos da SEDUC e da licitação existente.
  3. Registrar todas as operações realizadas, além de manter todas a documentação à disposição de organismos responsáveis.
  4. Divulgar com transparência a prestação de contas em mural na escola.
  5. Apresentar as contas em tempo hábil ao Conselho da UEX e aos órgãos responsáveis pelo controle externo.

12. A AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

            A avaliação deste projeto dar-se-á, através de acompanhamento das ações executadas de maneira sistemática, ao final de cada unidade de ensino, com a participação de todos os segmentos.
Serão também avaliadas no cotidiano escolar, através do acompanhamento da prática pedagógica desenvolvida em sala de aula, dificuldades apresentadas pelo educador/educando no processo de construção do conhecimento.
            As ações serão registradas para efeito de comprovação: assinaturas, projetos, comparando-os com as dos resultados de anos anteriores.






13. REFERÊNCIAS

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Ministério da Educação, 1999.

________. Orientações curriculares para o ensino médio.  Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.

________. Lei Federal nº 10.793, de 1º de Dezembro de 2003. Altera a redação do art. 26, § 3o, e do art. 92 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que "estabelece as diretrizes e bases da educação nacional", e dá outras providências quanto à prática de educação física. Presidência da República. Subchefia para Assuntos Jurídicos, 2003.

________. Lei Federal nº 9.394/96, de 20 de Dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, v. 134, n. 248, 23 dez. 1996.

________. Lei Federal nº 12.031/09, de 21 de Setembro de 2009. Altera a Lei no 5.700, de 1o de setembro de 1971, para determinar a obrigatoriedade de execução semanal do Hino Nacional nos estabelecimentos de ensino fundamental. Senado Federal. Subchefia para Assuntos Jurídicos, 2009.
________. Lei Federal nº 10.741, de 1º de Outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Senado Federal. Subchefia para Assuntos Jurídicos, 2003.

________. Parecer CNE/CP nº 11/2009. Parecer que trata da Proposta de experiência curricular inovador do Ensino Médio. Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 25/8/2009, Seção 1, Pág. 11. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 2009.

PERNAMBUCO. Secretaria de Educação. Base Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco: língua portuguesa / Secretaria de Educação.  Recife: SE. 2008

PERNAMBUCO. Instrução Normativa nº 14/2008. SEDE/GENE, de 23 de outubro de 2008. Orienta as escolas integrantes do sistema estadual de ensino quanto ao processo de classificação e reclassificação de estudantes. Diário Oficial do Estado de Pernambuco, Recife, 27 nov. 2008.

______________. Instrução Normativa nº 02/2011. SEDE/GENE. Fixa normas para a implantação das Matrizes Curriculares da Educação Básica no âmbito das escolas da Rede Estadual de Ensino de Pernambuco, a partir do ano letivo de 2011.
_____________. Lei Estadual nº 13.995/2009, de 22 de Dezembro de 2009. Dispõe sobre a inclusão de medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate ao bullying escolar no projeto pedagógico elaborado pelas escolas públicas e privadas de educação básica do Estado de Pernambuco, e dá outras providências.
______________. Instrução Normativa nº 01/2011, de 01 de Agosto de 2011. SEDE/SEEP/GENE. Orienta procedimentos para o cumprimento da Carga Horária do Curso Noturno de 800 horas anuais através de Projetos Interdisciplinares. Diário Oficial do Estado de Pernambuco, Recife, 04 de agosto de 2011.

_______________. Instrução Normativa nº 04/2011. De 08 de Fevereiro de 2011. SEDE/GENE. Orienta procedimentos quanto à inclusão no Currículo Oficial das escolas integrantes do Sistema Estadual de Ensino da obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial do Estado de Pernambuco, Recife, 09 de fevereiro de 2011.

________________. Decreto nº 35.051, de 25 de Maio de 2010. Dispõe sobre a inclusão e uso do nome social de travestis e transexuais nos registros estaduais relativos a serviços públicos prestados no âmbito da administração pública estadual direta, autárquica e fundacional, e dá outras providências. Palácio do Campo das Princesas. Recife, 25 de Maio de 2010.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, 2007.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org). Projeto político pedagógico: uma construção possível. 19º ed. Campina, São Paulo: Papirus, 1995.






















ANEXOS




















PROGRAMAS DA ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR

 


ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR
PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR

Endereço:                  Rua 52, s/n- Maranguape I- Paulista- PE.
Equipe Gestora:       José de Almeida Cordeiro (diretor),
                                   Rosane Galvão da Silva (diretora adjunta)
Nery Vânia Romão de Queiroz (secretária)
Mércia Maria Beckman dos Santos (ed. de apoio)
Iara Mariano Barbosa da Silva (ed. de apoio)

Articuladores:           Edson José dos Santos


Turmas atendidas:    1º A, B, e C, 2º A e B e o 3º B




INTRODUÇÃO


A intencionalidade de uma nova organização curricular é uma escola ativa e criadora, construída a partir de princípios educativos que unifiquem, na pedagogia, éthos, logos e técnos, tanto no plano metodológico quanto epistemológico. Entende-se, portanto, que o projeto político-pedagógico da unidade escolar está no processo de formação humana coletiva, entrelaçando trabalho, ciência , cultura e tecnologia, sendo que no 1º ano tem como foco principal - Ciência que se articula com as demais. A unidade de Ensino conta com duas turmas do 1º ano do Ensino Médio, totalizando um quantitativo de sessenta alunos. Para que ocorra a organização curricular das Escolas de Ensino Médio, deve constar em seu documento norteador: as diretrizes curriculares nacionais, as diretrizes complementares e orientações dos respectivos sistemas, bem como as teorias educacionais que subsidiam a condução do processo. O Ensino Médio Inovador foi implantado na escola em Março de 2010 e terá a sua duração de acordo com o período letivo.

Objetivos

-Contemplar atividades integradoras de iniciação científica e no campo artístico-cultural;
-Incorporar, como princípio educativo, a metodologia da problematização , à curiosidade pelo inusitado e ao desenvolvimento do espírito inventivo, nas práticas didáticas;
-Promover a valorização da leitura em todos os campos do saber, desenvolvendo a capacidade de letramento dos alunos;
-Fomentar o comportamento ético, como ponto de partida para o reconhecimento dos deveres e direitos da cidadania e dos direitos humanos;
-Articular teoria e prática, vinculando o trabalho intelectual com atividades práticas experimentais, utilizando novas mídias e tecnologias educacionais e de comunicação, como processos de dinamização dos ambientes de aprendizagem;








DESENVOLVIMENTO

A nossa disciplina eletiva é Orientações da Metodologia da Pesquisa Científica que tem como ementa discutir os fundamentos epistemológicos e operacionais da pesquisa científica, enfatizando as alternativas metodológicas para o seu planejamento, desenvolvimento, análise e apresentação (redação) dos resultados. Neste processo os alunos são orientados e acompanhados para exercitar a prática da iniciação na pesquisa científica, pela realização de procedimentos e etapas necessárias à elaboração de projetos de pesquisa e seu desenvolvimento, e a elaboração dos resultados sob a forma de comunicação oral e escrita e projetos de conclusão de curso.
Essa disciplina foi fundamental nas orientações dos projetos realizados, tais como: Conhecendo o meu bairro, neste projeto elaboramos apresentações orais: vídeos, seminários e entrevistas, também tivemos produções escritas, como as produções e confecções dos banneres; essa disciplina também serviu de grande apoio para as produções realizadas na feira multicultural, na qual os alunos produziram vídeos informativos, seminários, etc.
O conteúdo desta disciplina tem como base a utilização de textos teóricos sobre conhecimentos em pesquisa científica, a apresentação de pesquisas desenvolvidas acerca da diversidade cultural, buscando dar uma panorâmica das variadas possibilidades de pesquisas a serem desenvolvidas pelos alunos. O que é a pesquisa científica, por que e para quê pesquisar; o que é a pesquisa científica nas diversas áreas do conhecimento, contribuições sociais, vantagens e desvantagens; a metodologia e os métodos em pesquisa social; exploração de diversos tipos de Pesquisa e a escolha de um tipo de pesquisa e de uma metodologia para a elaboração de um projeto de pesquisa.
Além dessa disciplina temos as atividades integradoras tais como: estudo da língua espanhola que faz parte do nosso eixo da cultura; nessa atividade vemos importância da aprendizagem de uma língua estrangeira, bem como o conhecimento de outra cultura estrangeira e de suas manifestações artísticas. Trabalhamos nessa atividade o conhecimento da língua espanhola em seu âmbito oral e escrito, utilizamos como recursos para o nosso aprendizado vídeos, músicas, publicidades, material xerocado, livro didático, filmes, etc.
As nossas avaliações são feitas com a participação de atividades em grupo e exercícios individuais, buscamos relacionar essa atividade como o mercado de trabalho, mas principalmente, com a relação do conhecimento cultural e científico.
Na atividade Integradora Introdução à informática buscamos compartilhar com os alunos a noção que eles possuem sobre esse tema, mas visando ampliar ainda mais essa noção, pois tivemos como base de nossos conteúdos noções de hardware, sistemas operacionais, editores de texto, softwares de apresentação, iniciação ao uso de planilhas eletrônicas. Essa atividade foi fundamental no auxílio com do aparato das tecnologias que utilizamos em nossos projetos, seminários e outras atividades.
Na Ação Cidadã é mais uma das nossas atividades integradoras na qual buscamos estimular a participação social dos jovens, como agentes de transformação de sua escola e de sua comunidade. Garantir a inclusão das temáticas que valorizem os direitos humanos e contribuam para o enfrentamento do preconceito, da discriminação e da violência no interior das escolas; com esta preocupação estamos trabalhando a temática do bullying e suas conseqüências, já que observamos que esse é um fato muito presente em nossa comunidade escolar e na nossa sociedade como um todo. Também trabalhamos a questão da valorização e conscientização da formação do bairro. Essa atividade tem como conteúdos : a cidadania como princípio fundamental das relações humanas, ética, saúde e meio ambiente e temas atuais.
Na atividade integradora Percurso Assistido temos como ementa realização de trabalhos, palestras e visitas com o objetivo de fomentar no aluno a discussão sobre o mundo do trabalho e suas relações com a sociedade na qual ele está inserido.   Nessa atividade tivemos a oportunidade de participar da feira das profissões da UFPE onde os alunos tiveram a oportunidade de conhecer várias profissões, além de conhecer uma das maiores universidades do nosso país.  Também tiveram a oportunidade de assistir uma palestra com psicólogos acerca do mercado de trabalho.

 RESULTADOS PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO

Observou-se que após a implantação do Programa na Escola e o desenvolvimento efetivo das ações previstas no Plano de Ação Global (PAG), em consonância com o Projeto Político Pedagógico desta unidade de ensino os estudantes apresentaram um desempenho mais satisfatório em relação às disciplinas envolvidas. Percebeu-se que os jovens estão mais participativos socialmente, interagindo como agentes de transformação da escola e de sua comunidade.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Acreditamos que o programa contribui e continuará a contribuir para a formação de nossos alunos como cidadãos conscientes de suas responsabilidades e de seus deveres. Esperamos que esse programa traga para o nosso alunado uma nova visão e possam vislumbrar novas oportunidades.














REFERÊNCIAS


BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Ministério da Educação, 1999.
________. Orientações curriculares para o ensino médio.  Brasília: Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica, 2006.

Parecer CNE/CP Nº 11/2009; que trata da Proposta de experiência curricular inovador do Ensino Médio.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, 2007.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org). Projeto político pedagógico: uma construção possível. 19º ed. Campina, São Paulo: Papirus, 1995.








PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO

            O Programa Mais Educação foi instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007 e integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), como uma estratégia do Governo Federal para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular, na perspectiva da Educação Integral.
            Trata-se da construção de uma ação intersetorial entre as políticas públicas educacionais e sociais, contribuindo, desse modo, tanto para a diminuição das desigualdades educacionais, quanto para a valorização da diversidade cultural brasileira. Fazem parte o Ministério da Educação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, o Ministério da Ciência e Tecnologia, o Ministério do Esporte, o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Cultura, o Ministério da Defesa, a Controladoria Geral da União.
            Essa estratégia promove a ampliação de tempos, espaços, oportunidades educativas e o compartilhamento da tarefa de educar entre os profissionais da educação e de outras áreas, as famílias e diferentes atores sociais, sob a coordenação da escola e dos professores. Isso porque a Educação Integral, associada ao processo de escolarização pressupõe a aprendizagem conectada a vida e ao universo de interesses e de possibilidades das crianças, adolescentes e jovens.
            O ideal da Educação Integral traduz a compreensão do direito de aprender como inerente ao direito à vida, à saúde, à liberdade, ao respeito, à dignidade e à convivência familiar e comunitária; e como condição para o próprio desenvolvimento de uma sociedade republicana e democrática. Por meio da Educação Integral, se reconhece as múltiplas dimensões do ser humano e a peculiaridade do desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens.
            Os indicativos da Educação Integral estão presentes na legislação educacional brasileira e podem ser apreendidos em nossa Constituição Federal, nos artigos 205, 206 e 227; no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 9089/1990); em nossa Lei de Diretrizes e Bases (Lei nº 9394/1996), nos artigos 34 e 87; no Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.179/01) e no Fundo Nacional de manutenção e Desenvolvimento do Ensino Básico e de Valorização do Magistério (Lei nº 11.494/2007).
            Por sua vez, a Lei nº. 10.172, de 9 de janeiro de 2001, que instituiu o Plano Nacional de Educação (PNE) retoma e valoriza a Educação Integral, como possibilidade de formação integral da pessoa. O PNE avança para além do texto da LDB, ao apresentar a educação em tempo integral como objetivo do Ensino Fundamental e, também, da Educação Infantil. Além disso, o PNE apresenta, como meta, a ampliação progressiva da jornada escolar para um período de, pelo menos, 7 horas diárias, além de promover a participação das comunidades na gestão das escolas, incentivando o fortalecimento e a instituição de Conselhos Escolares.
            A Lei nº. 11.494/2007 que instituiu o FUNDEB determina que o regulamento disporá sobre a educação básica em tempo integral e sobre os anos iniciais e finais do ensino fundamental (art. 10 § 3º), indicando que a legislação decorrente deverá normatizar essa modalidade de educação. Nesse sentido, o decreto nº. 6.253/07, ao assumir o estabelecido no Plano Nacional de Educação, definiu que se considera “educação básica em tempo integral a jornada escolar com duração igual ou superior a sete horas diárias, durante todo o período letivo, compreendendo o tempo total que um mesmo aluno permanece na escola ou em atividades escolares” (art. 4º).
            Foi criado o Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação (Decreto nº. 6.094/07) cujo objetivo é produzir um conjunto de medidas específicas que visem à melhoria da qualidade da educação básica em cada território. Este compromisso significa a conjugação dos esforços da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, atuando em regime de colaboração, das famílias e da comunidade, em proveito da melhoria da qualidade da educação básica.

A Educação Integral também compõe as ações previstas no Plano de Desenvolvimento da Educação, o qual prevê que a formação do estudante seja feita, além da escola, com a participação da família e da comunidade. Esta é uma estratégia do Ministério da Educação para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular, na perspectiva da Educação Integral.        É elemento de articulação, no bairro, do arranjo educativo local em conexão com a comunidade que organiza em torno da escola pública, mediante ampliação da jornada escolar, ações na área da cultura, do esporte, dos direitos humanos e do desenvolvimento social.


            O Programa Mais Educação visa fomentar, por meio de sensibilização, incentivo e apoio, projetos ou ações de articulação de políticas sociais e implementação de ações sócio-educativas oferecidas gratuitamente a crianças, adolescentes e jovens.

OFERTAS FORMATIVAS DO MAIS EDUCAÇÃO/EDUCAÇÃO INTEGRAL


            O Programa Mais Educação é operacionalizado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD), em parceria com a Secretaria de Educação Básica (SEB), por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para as escolas e regiões prioritárias. As atividades fomentadas foram organizadas nos respectivos macrocampos: Acompanhamento Pedagógico; Meio Ambiente; Esporte e Lazer; Direitos Humanos em Educação; Cultura e Artes; Cultura Digital; Promoção da Saúde; Educomunicação; Investigação no Campo das Ciências da Natureza e Educação Econômica. Cada macrocampo agrega alguma atividades específicas e na escola foram e estão sendo oportunizadas para os alunos do Ensino Fundamental II as seguintes atividades:

- Matemática
- Letramento/Alfabetização
- Banda Fanfarra
- Teatro
- Taekwondo
- Percussão
- Informática
- Rádio Escola
- Esporte e Lazer

Tais atividades são oferecidas aos alunos no contra-turno, com duração de 2 horas cada. 
PLANO DE TRABALHO DO PROGRAMA ESCOLA ABERTA


1)      Dados de identificação:
Escola Escritor José de Alencar, Rua 52 s/n.
Tel: 33033826.
Diretor: José de Almeida
Presidente da UEX: José de Almeida
Prof.Comunitário: Petrúcio
Coordenador: Ricardo Diniz


2) Justificativa

O projeto escola aberta foi criado pelo governo do estado de Pernambuco, com recursos do governo federal, para oferecer aos alunos e comunidade escolar um espaço destinado á cultura e fazer dentro da escola.
Assim o público alvo pode desenvolver atividades relacionadas com música, artesanato, jogos de raciocínio, jogos para desenvolvimento físico, reforço escolar, entre outras, ocupando o tempo livre com oficinas que podem proporcionar ganhos financeiros, promover a socialização de conhecimentos e transformar os cidadãos em sujeitos conscientes de sua cidadania.

Objetivos gerais
·                    Compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando no dia-a-dia, atitude de solidariedade.

·                    Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspecto sociocultural de outros para as nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, etc.

·                    Perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as sua interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhora do meio ambiente.

·                    Utilizar as diferentes linguagens-verbais, musical, matemática, gráfica, plástica e corporal-como meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias.

·                    Saber ultilizar diferentes fontes de informações e recursos tecnológicos para adquirir e contruir conhecimentos.






4) PLANO DE TRABALHO 2012.

ATIVIDADES/PROJETOS
PERIODO
OBJETIVOS
GINCANA INTERDISCIPLINAR
29/01/12
ITEGRAS AS DISCIPLINAS JUNTO AOS ALUNOS.
INICIAR PREPARATIVOS
 PARA O CARNAVAL
ESCOLA ABERTA

12/02/12

INTEGRAR A COMUNIDADE ESCOLAR,
ARMONIZANDO TODOS DENTRO ARTE E DA
CULTURA CARNAVALESCA
REUNIÃO PEDAGÓGICA
30/02/12
IDEALIZAR OBJETIVOS FUTUROS.

APRESENTAÇÃO DE TEATRO E
CORAL.

05/03/12
RESGATAR VALORES DA ARTE E HISTÓRIA.  
ATRAINDO A COMUNIDADE À ESCOLA.


COMPETIÇÃO ENTRE A
ESCOLA REGULAR E
ESCOLA ABERTA.

26/03/12
DESENVOLVER CONHECIMENTO TEÓRICO E
PRÁTICO NAS
ATIVIDADES ESPORTIVAS, CONDUZINDO A
DISCIPLINA EM.
EDUCAÇÃO FÍSICA.
INTEGRAÇÃO OFICINA DE
XADREZ NOS INTERVALOS DAS
AULAS.
09/04/12
INCENTIVAR O RACIOCINIO BÁSICO ATRAVÉS
 DE JOGOS LÚDICOS ENTRE OS ALUNOS.
INTERVALO ESCOLA ABERTA
09/04/12
NO INTERVALO DO RECREIO APRESENTAÇÃO
E DIVULGAÇÃO DAS OFICINAS DA ESCOLA
ABERTA.
PAIXÃO DE CRISTO
16/04/12
APRESENTAÇÃO DA PEÇA PAIXÃO DE CRISTO,
INTEGRANDO ARTE CULTURA E HISTÓRIA
ENTRE COMUNIDADE E A ESCOLA.
PALESTRAS SOBRE
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.
07/05/12
ORIENTAR OS ALUNOS SOBRE OS RISCOS DO
SEXO NA JUVENTUDE.
REUNIÃO FINANCEIRA E
PEDAGÓGICAS.
30/05/12
PLANEJAMENTO DO II SEMESTRE 2011.
INICIO DOS ENSAIOS JUNINOS
DO ESCRITOR NA ROÇA.
04/06/12
COMEMORAR E DIVULGAR NOSSA CULTURA E
HISTÓRIA E ARTES.
REUNIÃO PEDAGÓGICA
02/07/12
PLANEJAMENTO DO II BIMESTRE 2011.
FESTIVAL DE ARTE E
CULTURA
16/07/12
PROMOVER CULTURA NA ESCOLA.
DEBATE

03/09/12
CONVIDAR OS JOVENS DEBATER TEMAS
POLÊMICOS ESCOLHIDOS PARA ELES MESMOS
,RESGATANDO A HISÓRIA DE GRANDES
DEBATES.

COMEMORAÇÃO DA CRIANÇA
08/10/12
PROMOVER AS CRIANÇAS DA COMUNIDADE E
DA ESCOLA PARA UMA TARDE INTERATIVA
COM INFORMAÇÃO SOBRE HIGIÊNE .
CONSCIÊNCIA NEGRA
19/11/12
EVENTO DE CONCIENTIZAÇÃO SOBRE A
CULTURA NEGRA.
APRESENTAÇÃO E CONFRATERNIZAÇÃO
DE TODAS AS OFICINAS.
23/12/12
CONFRATERNIZAR ALUNOS,COMUNIDADE
 E ESCOLA.





5) OFICINAS


PINTURA
FUTSAL
TÊNIS DE MESA
BISCUIT
XADREZ
MÚSICA
DESENHO
INFORMATICA
TAEKWON-DO






































PROJETOS INTERDISCIPLINARES
ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR



















PROJETO multidisciplinar do noturno:

UMA ANÁLISE QUANTITATIVA DO CONTEXTO SÓCIO-ECONÔMICO DO BAIRRO DE MARANGUAPE I



















PAULISTA
2012


UMA ANÁLISE QUANTITATIVA DO CONTEXTO SÓCIO-ECONÔMICO DO BAIRRO DE MARANGUAPE I

Apresentação

Este trabalho busca complementar à carga-horária do noturno, sendo realizada no contraturno, com a finalidade de contemplar a necessidade de se analisar as variações de preços, bem como o contexto sócio-econômico no Bairro de Maranguape I.

Justificativa

Ao pensarmos em cidadania devemos entrelaçar as diversas áreas do conhecimento educacional para o desenvolvimento social e cultural, a partir de intervenções práticas que possibilitem aos estudantes um aprendizado com enfoque no cotidiano.


Objetivos Gerais

·        Desenvolver no estudante o interesse pela pesquisa utilizando-a como elemento imprescindível para facilitação de sua vida sócio-econômica.
·        Valorizar as atividades cotidianas abordando as diversas áreas de conhecimento de maneira prática e concisa.

Objetivos Específicos

Química

·        Analisar os rótulos de produtos industrializados observando valores nutricionais e a composição química, procurando informar e orientar a comunidade sobre os seus hábitos alimentares.

Física

·        Procurar integrar os diversos tipos de energia ao cotidiano do alunado, analisando a maneira simples como esta se introduz nas diversas atividades.

Matemática

·        Através dessa pesquisa, o estudante se conscientizar da importância de adquirir o menor preço de mercado para que tenha um ganho real mensal e anual. Ao mesmo tempo, utilizar fórmulas matemáticas para chegar a essa variação de mercado. O custo benefício seria a aquisição do produto de melhor qualidade, menor preço e o uso prático dos conteúdos aplicados em sala de aula. Inclusive apresentação de planilhas e gráficos para análise.
Filosofia

·        Identificar o processo ideológico das mudanças de comportamento da ocupação de Maranguape I como conjunto habitacional.

História

·        Relacionar os avanços sócio-econômicos de Maranguape I, contextualizando com a história contemporânea do Brasil.
·        Comparar os dados atuais (sócio-econômicos) como o período colonial – a 1ª ocupação de Maranguape I conhecida como Engenho Maranguape.

Língua Estrangeira Moderna:

·        Análise dos rótulos de alimentos importados e intercâmbio cultural com outros países.




Geografia

·        Analisar o crescimento demográfico e o surgimento das ocupações irregulares em torno do conjunto habitacional.

Biologia

·        Analisar o teor de calorias existentes nos rótulos das embalagens.
·        Demonstrar  os alimentos ricos em carboidratos, gorduras e fibras.
·        Identificar o tipo de alimento que é consumido com mais freqüência na comunidade.

Língua Portuguesa

·        Estimular o hábito de leitura na comunidade de Maranguape I incentivando-os através da facilitação ao acesso à biblioteca da escola permitindo o contato com diversas obras literárias, e também o intercâmbio cultural com outras bibliotecas do estado de Pernambuco.

Arte

·        Estimular a produção artística da comunidade de Maranguape I, através de produções culturais: dança, teatro e composições musicais.

Educação Física

·        Buscar, através de pesquisa de campo, os instrumentos utilizados pela comunidade de Maranguape I, para realização de atividades físicas como prevenção de doenças, melhoria da capacidade física e da saúde, ou mesmo como forma de lazer. E, como complemento desta pesquisa, apurar os gastos financeiros que cada grupo indicado abaixo tenha mensalmente com tais atividades.


Metodologia

Realizar pesquisas de campo, demonstrando os diversos aspectos sócio-econômicos identificando as intervenções propostas pelas diversas áreas do conhecimento.
Montar gráficos e planilhas a fim de dinamizar os resultados obtidos a partir das intervenções teóricas.

Avaliação

Dar-se-á através de acompanhamento das ações executadas diariamente, de maneira sistemática, com culminâncias ao final de cada bimestre.







O XADREZ HUMANO

Responsáveis

            Carlos Alberto Muniz Júnior
            José de Almeida Cordeiro
            Nilson Antonio Ribeiro Bernardo
            Reinaldo Zeferino Galvão de Melo
            Talma de Carvalho Brito

Objetivo Geral
           
Estimular o aluno a prática do jogo de xadrez, como forma de interação social.

Objetivo Específico
           
  • Desenvolver o raciocínio lógico e a concentração.
  • Implantar o conhecimento matemático desenvolvido no jogo.
  • Enfatizar a disciplina que o jogo necessita.
  • Aprender o movimento de cada peça no jogo.
  • Desenvolver a cooperação mutua entre os alunos.

Justificativa

            Percebendo que os alunos em sala de aula apresentavam o nível de concentração insatisfatório, verifica-se que, a prática do jogo de xadrez além de facilitar a concentração nas atividades escolares, ajuda na sua relação social com outro indivíduos, seja no ambiente escolar ou fora dele.

Enquadramento Teórico

            A inclusão do Xadrez no ambiente escolar, principalmente em classes de alunos com dificuldades de aprendizagem, também e defendida por Araújo(2007), quando afirma que tal pratica, alem de auxiliar no desenvolvimento do sentimento de autoconfiança, apresenta “uma situação na qual o aluno tem a oportunidade de descobrir uma atividade em que pode se destacar e, paralelamente, progredir em outras disciplinas acadêmicas”.
Nesse contexto, vale ressaltar as colocações de Julião(2008) quando destaca similitudes do processo cognitivo da Matemática e do jogo de xadrez, pois que ambos “tem necessidades de utilizar o calculo, o raciocínio lógico e a habilidade em lidar com elementos abstratos e limitados, por exemplo, com as peças no Xadrez e com os números, nas práticas matemáticas”.

 
Metodologia
           
·         Apresentar o jogo (regras, peças e movimento)
·         Confeccionar a peças
·         Construir o tabuleiro
·         Praticar o jogo com os alunos




Cronograma

Ações/meses
jul
ago
set
out
Apresentar o jogo
·         Aulas ministradas no contra turno
(2 aulas)

x

x


Confeccionar as peças
·         Aulas ministradas no contra turno
(3 aulas)


x


Construir o Tabuleiro
·         Aulas ministradas no contra turno
(3 aulas)


x

x

Praticar o jogo com os alunos
·         Aulas ministradas no contra turno
Tempo livre.



x

x



Referencias:

ARAÚJO, A. A. O xadrez como atividade lúdica na escola: umas ma possibilidade
de utilização do jogo como instrumento pedagógico no processo ensino-
aprendizagem. Disponível em:<http://www.fsba.edu.br/semanaacademica2006/TEXTOS/ ANDRE%20DE% 20ALMEIDA%20ARAUJO.pdf. >. Acesso em: 24 ago. 2007.

JULIÃO, T. Uma etnografia do xadrez: símbolos e representações. Disponível em:
< http://www.esporteitba.kit.net/xadrez/etnogra.doc >. Acesso em fev. 2008.

















Festival Multicultural

As manifestações populares no Brasil.

Responsáveis:

·         Alexandre Balbino;
·         Petrucio Oliveira;
·         Renata Cabral.

Objetivos gerais:

·         Incentivar os estudantes a identificar a influencia das diferentes culturas na formação do povo brasileiro, enfatizando as contribuições das diferentes etnias.


Objetivos específicos:

·         Contribuir para a diminuição do preconceito entre os estudantes;
·         Valorizar a cultura brasileira;
·         Reconhecer sua identidade dentro das culturas existentes no Brasil;



Justificativa

A sociedade de consumo impõe hábitos e valores que colocam a cultura popular em segundo plano “obrigando” os alunos a valorizarem uma cultura elitista imposta pala grande mídia. Nesse sentido, a escola tem um papel fundamental de resgatar a formação histórica e cultural do povo brasileiro, procurando combater todo e qualquer tipo de preconceito que exista contra as manifestações populares principalmente aquela originaria da cultura negra, indígena, nordestina.


Metodologia

Busca de dados:
·         Pesquisas bibliográficas e internet;
·         Pesquisa de campo;
·         Estudo de músicas, danças e culinárias;
·         Questionário.
 Execução:
·         Apresentação expositiva;
·         Maquetes;
·          Teatro;
·         Dança;
·         Comidas típicas;
Publico alvo:
·         Todos os alunos da escola.
Cronograma


Datas
01 até 17 de agosto.
20 de agosto a 28 de setembro.
01 a 31 de outubro.
Novembro.
Divisão de tema
x



Pesquisas

x


Orientação


x

Apresentação



x



Enquadramento teórico.

·         O PLURALISMO RELIGIOSO E SEUS CONFLITOS NA EDUCAÇÃO POPULAR: O OLHAR DE EDUCADORES OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de. –UEPA – nildeapoluceno@uol.com.br. GT: Educação Popular / n.06
Agência Financiadora: UEPA.

·         NOVAS ASAS PARA QUEM NÃO MAIS TEM VONTADE DE VOAR: DISCUTINDO A LINGUAGEM DA DANÇA COMO CONTEXTO SÓCIO-EDUCACIONAL
MARTINS, Ricardo Marinelli — UFPR
GT: Educação e Comunicação/n.16


















 ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR











PROJETO: CONFECÇÃO DE SABONETES ARTESANAIS















          Projeto de pesquisa apresentada pelas professoras Josefa da Silva Bezerra e Diná Venancio de Araujo na Escola Escritor José de Alencar.












PAULISTA
MAIO / 2012





PROJETO: CONFECÇÃO DE SABONETES ARTESANAIS


OBJETIVO GERAL:

            Produzir sabonetes com o objetivo de levar os alunos do 3º ano do Ensino Médio a manipulação de substâncias Químicas.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Ø  Aprender na prática, a mistura de substancias, trabalhando as quantidades e a temperatura ideal.
Ø  Na química, substancias homogênea, heterogênea, ebulição e mudanças do estado físico das misturas.
Ø  Trabalhar a técnica da confecção dos sabonetes, incentivando o  empreendedorismo.
Ø  Utilizar o produto final na comemoração do dia das mães.

JUSTIFICATIVA
            Buscar a aprendizagem de forma experimental e a prática dos conteúdos abordados em sala.

ENQUADRAMENTO TEÓRICO:
Para que o aluno compreenda melhor os conteúdos desenvolvidos em sala de aula, sentiu-se a necessidade de buscar estratégias pedagógicas que aliassem a teoria à prática. Sendo assim visou-se o aprimoramento de competências e habilidade que facilitasse a melhoria do desempenho escolar já que para os estudantes diante do manuseio das soluções, podem otimizar a compreensão, bem como a habilidade de “saber fazer”, retomando os conhecimentos apreendidos.
Segundo CASTANHO (2006, P.35) “ A educação e dentro dela o ensino, é  um dos seus componentes fundamentais ao lado da aprendizagem. É um processo basicamente intencional e mais que isso, planejado, preparado “predisposto”, uma vez que a intencionalidade educativa, presente no processo de ensino, é indicativa das concepções do professor. Portanto, este deve ter a clareza dos objetivos que pretende atingir com seus alunos”.
Mais adiante a mesma autora afirma que:
[...] a educação é uma atividade que não se casa com a incerteza, a desordem, mas, ao revés, pressupõe de maneira mecânica, mas com a interferência de um projeto que é intencional e que é necessário pesquisar e refletir sobre o processo de formação, de explicação e de colocação em ação das intenções educativas (p.37). 



METODOLOGIA:

Ø  Pesquisa bibliográfica
Ø  Pré-teste com as substancias, utilizando a glicerina derretida em banho Maria, acrescentando-se as essências e os corantes específicos.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

LISBOA, JULIO CEZAR FOSCHINI, química, 1º ano: ensino médio, 1.ed., SP: SM, 2010.
CASTANHO, M.E. . A dimensão intencional do ensino. In VEIGA, Ilma P.A. (org.). Lições de didática . Campinas, SP: Papirus, 2006, p. 35-56.





CRONOGRAMA

AÇÕES/ MESES
MARÇO
ABRIL
MAIO

PESQUISA


X




COMPRA DOS PRODUTOS


X



PRÉ-TESTE



X



CONFECÇÃO DOS SABONETES




X

ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR

PROJETO PARA SUPRIR O COMPLEMENTO DE CARGA-HORÁRIA DO ENSINO MÉDIO ( 35 H/AULA) E EJA ( 17 H/AULA) NOTURNO (4º bimestre)


 Introdução

O projeto Horta Escolar visa proporcionar possibilidades para o desenvolvimento de ações pedagógicas por permitir práticas em equipe explorando a multiplicidade das formas de aprender.


Objetivos para o turno noturno:

*Vivenciar o projeto por meio da pesquisa de campo, pesquisa científica e produção de textos.


Colheita e Higienização
A colheita será feita obedecendo ao período de maturação das hortaliças. Será realizada a higienização com auxílio das merendeiras.

Consumo
A colheita após higienização será servida como parte da merenda escolar reforçando a alimentação dos alunos e proporcionando maior variedade nas opções presentes.

Disciplina envolvida – Língua Portuguesa


Nome do espaço da horta – O Sertanejo de José de Alencar

Com base no nome escolhido para o projeto, os alunos do 3º turno, ensino médio e EJA cumprirão as seguintes etapas:

1º Resenha sobre o momento colheita das hortaliças e a finalidade da horta na escola e na vida.

2º Pesquisa bibliográfica sobre o escritor José de Alencar

3º Resumo sobre a obra de José de Alencar “O sertanejo”

Público Alvo
Turmas: 1ª D, 2ª C, 3ª B e EJA II e III

Horário
Contra-turno a combinar com os professores responsáveis pelo Projeto Nossa Horta.

Professora de Língua Portuguesa: Ângela Maria Dobbin Cabral.























PROJETO NOSSA HORTA
ESCOLA ESCRITOR JOSÉ DE ALENCAR

Apresentação
As nossas origens não têm apenas as raízes na sociedade tribal onde nossos Índios se utilizavam da agricultura como economia de subsistência em nome da sobrevivência. A sociedade açucareira colonizadora, principalmente no nordeste do Brasil e especialmente em Pernambuco, tem como representantes no Engenho, além da cultura da cana, que atende ao processo econômico, e também, nos arredores da “Casa Grande”, o pomar, a roça e sem dúvida a HORTA, que abastecia  a auto suficiência do engenho. Não pretendemos aqui instaurar um programa de economia de subsistência e nem mesmo tornar as atividades escolares em aulas agrícolas, A NOSSA HORTA vai além da capacidade de produzir, insere-se no processo do programa da Escola semi Integral proposto pelo Governo do Estado e é aceito como objeto pedagógico e já desenvolvido na Escola Escritor Jose de Alencar.

Objetivo
A NOSSA HORTA tem como objetivo inserir o aluno do primeiro ano do ensino médio do programa Ensino Médio Inovador da Escola Escritor José de Alencar nas atividades desenvolvidas durante o horário do contra turno, como recurso pedagógico em aulas teóricas e práticas ministradas diretamente pelos professores, colaborando com o processo cognitivo do aluno e da família, contextualizando-os na nova ordem mundial de produção de alimentos orgânicos.

Etapas
I – Aproveitar a área da antiga horta tornando-a  apta para o cultivo intensivo de culturas e  utilizando-se do plantio do coentro como projeto piloto.
II – Tornar o aprendizado possível com aulas práticas no contra turno para os alunos do primeiro ano do ensino médio sob a coordenação dos professores de Biologia e Química e áreas afins; onde o produzido será destinado à cozinha da Escola.
III – O aluno após aprendizado na Escola levará seu conhecimento para casa produzindo a cultura com a participação da Família.

Ações / Metas
1 – Aproveitamento da estrutura da antiga Horta, ampliando com característica de estufa e adotando um sistema de irrigação e escolhendo a cultura do coentro como projeto piloto.
2 – As aulas serão ministradas pelos professores de Biologia e Química no contra turno com aulas práticas – em grupo de dez alunos exercendo as atividades de: preparar a terra, semear, aguar, colheita e manutenção dos canteiros - todos sob a supervisão do professor munidos de instrumentos necessários a cultura como também estarão de chapéu de palha e luvas e orientados a vir de casa com sapatos fechados tipo tênis, assim, construindo o imaginário do Homem do Campo.
3 – Os alunos irão aprender os conhecimentos teóricos e práticos e na semana do meio ambiente as outras disciplinas ofertarão tarefas com a temática das atividades exercidas na Horta, EX: Língua Portuguesa: abordar temas sobre terra, horta e diferenças da palavra colheita e coleta; Matemática e Física, enunciados de cálculos com a temática. Etc.
4 – A produção da Horta, após a colheita, será ofertada à cozinha da escola e destinada às refeições no horário do almoço como intervalo entre os turnos.
5 - Os Alunos, após o aprendizado na escola, ainda confeccionarão caqueiras em material reciclado - garrafas pet – durante as aulas de Artes que levaram para sua casa além do conhecimento a caqueira e sementes da cultura desenvolvida, para que a FAMILIA possa comungar do aprendizado da escola.
Temas para as disciplinas
  Solo, oxigenação do solo, adubos orgânicos e químicos;
  Água, composição e origem;
  Sementes, germinação, fotossíntese;
  Aula de Artes: elaborar caqueiras de material reciclado .








Cronograma Físico
AÇÕES  / MESES
IMPLANTAÇÃO DA HORTA - ESTRUTURA E AÇÕES PEDAGÓGICAS/PLANEJAMENTO.

     X
 
 
 
AULAS TEÓRICAS E PRÁTICAS NO CONTRA TURNO.
 
                          X
    X     
 
PRODUÇÃO NAS AULAS DE ARTES DAS CAQUEIRAS EM MATERIAL RECICLADO PARA DA  INCLUSÃO DA HORTA NA FAMILIA / MONITORAMENTO.
 
 


       X


     X
AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO DE NOVO PROGRAMA.
 
 
 
                                  X

Professores colaboradores:
José de Almeida Cordeiro
Diná Venâncio de Araújo
Josefa Bezerra da Silva
Jorge Pires da Silva
Edjane Tavares de Santana
Renata Cabral dos Santos




AVALIAÇÃO/APOIO TÉCNICO RECEBIDO
    Consideramos que o apoio técnico oferecido pela Secretaria de Educação, através da Regional Metro-Norte, em 2012, deixou a desejar, tendo em vista que praticamente durante o ano letivo não houve  acompanhamento do desenvolvimento do ProEMI na unidade escolar. O único apoio que tivemos foi na construção do PRC 2012.
AVANÇOS
ü  Adequação de ambientes escolares, com investimento na infraestrutura da escola, o que significa mais laboratórios, livros e tecnologia, favorecendo o desempenho da aprendizagem.
ü  Melhoria da aprendizagem, a partir da aquisição e utilização de  instrumentos didático-pedagógicos para a dinamização de suas aulas, com material de apoio às práticas e recursos tecnológicos compatíveis com as exigências do mundo moderno
ü  Condições favoráveis para o desenvolvimento de atividades pedagógicas em ambientes externos a escola (Aula de Campo).
ü  Avaliação da aprendizagem como processo formativo e permanente de reconhecimento de saberes, competências, habilidades e atitudes;

ü   Aprofundamento nas linguagens matemáticas, científicas, literárias e artísticas.
ü  Estímulo as atividades de iniciação à pesquisa científica.
ü  Permitiu estabelecer maior relação entre teoria e prática.
ü  Aplicabilidade do conhecimento aos problemas da vida real, presente e futura, do estudante.
ü  Capacidade criativa e compromisso dos  professores, estudantes e demais profissionais da educação com o desenvolvimento de propostas inovadoras.
ü  Melhoria das Condições de Trabalho Docente.

ü  Acompanhamento pedagógico constante a partir dos encontros pedagógicos semanais.

ü  A ligação das pesquisas e execução, feitas nos trabalhos expositivos, vem melhorando gradativamente, pois, os estudantes vêm mostrando certa intimidade com as mídias na hora de expor suas atividades.







DIFICULDADES ( Elencadas pelo corpo docente )
ü  Além da estrutura física, falta de um intervalo maior para o planejamento das aulas e reuniões.
ü   Adequação e estruturação do espaço físico da escola, para acomodação dos alunos de um turno para outro, como também laboratórios para as aulas práticas e do cotidiano.
ü  Dedicação exclusiva.
ü  Estudantes que trabalham ou começam a trabalhar e não podem frequentar a carga horária estendida.
ü  Normatização por parte da Secretaria de Educação a respeito do ProEMI.
ü  Desestímulo dos professores, devido a escola ser pioneira na implantação do ProEMI, desde 2010, e não fazer parte das EREM, não recebendo gratificação.

SUGESTÕES PARA APRIMORAMENTO DO PROGRAMA EM 2013             (Elencadas pelo corpo docente)
ü Adequação da infraestrutura escolar aos padrões exigidos pelo ProEMI.
ü Um articulador para cada área de conhecimento, como foi desde a implantação em 2010.
ü Merenda suplementar.
ü Capacitação para o corpo docente por área de conhecimento.
ü Apoio técnico da SE/GRE METRO NORTE.
ü Contrato aditivo para professores que possuem apenas um vínculo, para que este possa ter dedicação exclusiva e desenvolver projetos pedagógicos.






















                                                                                                            ________________________________
                                                                                               Articulador do ProEMI

                      


________________________________
                                                                                               Gestor da Escola

Paulista, 31 de Dezembro de 2013.



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